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28 de maio de 2014

Coração blindado com óleo de peixe

Há muito se comenta os benefícios do óleo de peixe para o coração.

A novidade é que estudos mostram que ele deixaria o órgão mais preparado para lidar com as consequências de um ataque cardíaco.

Para o projeto, o farmacêutico Alcione Lescano de Souza Júnior em sua tese de doutorado pela USP, ofereceu a cobaias o óleo de soja, água e sal ou óleo de peixe durante 20 dias. Após isso, foram induzidas a sofrer um ataque cardíaco. O resultado foi que o grupo do óleo de peixe apresentou uma área de infarto 23% menor em relação aos demais animais. Houve, em especial, uma perda inferior de células contráteis, aquelas que ajudam a bombear o sangue, o que diminui o risco de morte. Ao que tudo indica, a gordura benéfica do óleo de peixe deixa as células com mais energia para desempenhar suas funções. Mesmo em situações adversas, como em um infarto, elas continuariam trabalhando. O efeito também traria vantagens no caso de uma cirurgia cardíaca, reduzindo a possibilidade de complicações. 

Ainda falta a realização de testes em seres humanos, por isso a necessidade de cautela no seu consumo e prescrição. 

O recomendado é que o consumo de óleo de peixe seja de 1 a 2 cápsulas de 1000mg ao dia.

Fonte:Revista Saúde 05/2014

12 de novembro de 2013

Ansiedade gestacional sob controle

Sabe o nervosismo típico de quem está esperando bebê? Na Universidade Bristol, no Reino Unido, especialistas encontram evidências de que com a ingestão de peixes, este nervosismo pode ser minimizado. 
Foi avaliado o padrão alimentar de aproximadamente 9 500 gestantes e seus estados emocionais para chegar a conclusão de que as gestantes que não consumiam eram 53% mais propensas a apresentar ansiedade.
Para evitar a inquietação, o ideal seria consumir de duas a três porções de peixe por semana, de preferência aqueles ricos em ômega 3, como atum, salmão e sardinha. Ao que tudo indica esse é o nutriente associado à ação tranquilizadora.

Fonte: Revista Saúde 10/2013

12 de fevereiro de 2013

ÔMEGA 3: protege o CORAÇÃO da poluição



Desde a constatação de que povos que consumiam regularmente a gordura poli-insaturada (ômega 3) eram menos acometidos por doenças cardiovasculares muitos são os estudos realizados sobre este nutriente.


Segundo cientistas da Agência de Proteção Ambiental da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, o óleo de peixe, fonte do nutriente, resguarda o coração dos efeitos nefastos da poluição. Isso porque, os gases tóxicos, principalmente os liberados por carros, quando inalados, tendem a acelerar a frequência cardíaca. Com o coração funcionando em ritmo alucinado, os riscos de sofrer arritmia sobem, quadro capaz de provocar uma sincope no musculo mais importante do corpo.


Segundo o estudo, o ômega 3 ativa o sistema nervoso parassimpático, responsável por diminuir as batidas do coração, garantindo assim, o equilíbrio em relação ao sistema nervoso simpático, cuja função é oposta, ou seja, acelerar os batimentos.


O excesso de colesterol se deposita na parede das artérias, essa situação, que já não é boa, fica pior quando os gases tóxicos são inalados. Isso porque eles estimulam a formação de radicais livres, substâncias perigosas que propiciam a oxidação dessa molécula. Os poluentes estimulam a produção de mediadores inflamatórios que contraem os vasos. Esse cenário culmina na elevação da pressão arterial, um grande perigo para quem possui histórico de problemas cardíacos na família. Nesse ponto o ômega 3 faz um papel protetor. Segundo especialistas, “os componentes ativos dessa gordura se incorporam nas membranas celulares e geram substancias antinflamatórias”.


Destaca-se a importância no consumo desta substancia para a manutenção da saúde cardiovascular em geral. Ela deve aparecer na dieta no mínimo duas vezes por semana, ou conforme orientação nutricional.
 Fonte: Revista Saúde (mês outubro/2012)

 

Dica: Pode-se ingerir 1 grama de ômega 3 (óleo de peixe) ao dia ou conforme indicação médica/nutricionista.


Fontes de Ômega 3: peixes, chia, quinoa, linhaça dourada, óleo de canola, entre outros alimentos. 

7 de novembro de 2011

Cardápio contra a ansiedade

Viver agitado e com um amaranhado de preocupações na cabeça não só prejudica o humor como faz o ponteiro da balança disparar. Por isso, dê um tempo e invista em nutrientes que auxiliam na ansiedade.
Pense quantas vezes você desejou que o dia tivesse 48 horas para cumprir todas as tarefas e, ante a impossibilidade de esse milagre acontecer, passou o tempo todo correndo de um lado para o outro. Foram muitas, certo? Pois saiba que a tensão constante causa alterações no humor e, acredite, no peso. A ansiedade contribui para a produção de cortisol, um hormônio associado ao acúmulo de gordura no abdômen. Uma maneira consagrada de apagar o pavio desse estresse é fazer exercícios. Mas não é a única.
Um trabalho foi publicado recentemente pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos. Nele, os jovens que receberam suplementação de Ômega-3 apresentaram redução de 20% nos níveis de ansiedade quando comparados a quem consumiu cápsulas inócuas. “A dieta exerce um papel importante no controle dos ânimos”, reconhece o médico Walmir Coutinho da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. “Mas nenhum alimento é mágico”. Patrícia Spada, Psicanalista e doutoranda em nutrição na Universidade Federal de São Paulo, concordam: “O tratamento é multidisciplinar”. Ressalvas feitas confiram, nas próximas páginas, nutrientes que deixam tanto o cardápio quanto a sua mente mais equilibrada.
ÔMEGA-3
Para os pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, a suplementação com essa gordura benéfica brecaria a ansiedade ao reduzir a concentração de citocinas, substâncias consideradas pró-inflamatórias.

Fontes: linhaça, óleos vegetais, azeite de oliva e peixes de água fria, como atum, sardinha e salmão.
TRIPTOFANO
Esse aminoácido essencial é precursor da tal serotonina. Aposte também em carboidratos complexos, como os cereais integrais, que estabilizam os níveis de insulina. É que esse hormônio, responsável por botar o açúcar para dentro das células, deixa o triptofano mais disponível no sangue.

Fontes: banana, leite, arroz integral, soja, feijão, chocolate amargo, peixe, aves, carne bovina, manga e abóbora.
MAGNÉSIO
A enzima que converte o triptofano em serotonina é dependente desse mineral e, daí, sua presença ajuda a acalmar os nervos. “Além disso, o magnésio bloqueia um receptor chamado NMDA, que causa uma excitação exagerada no cérebro. A consequência são sintomas como irritação, ansiedade e estresse”, conta Ana Paula Fioreti, da Universidade, São Francisco.

Fontes: cereais, e grãos integrais, abacate, nozes, castanhas, amêndoas e vegetais falhosos.
VITAMINA C
Os estudos com cobaias mostram que ela ajuda a reduzir a produção de cortisol, hormônio do estresse. E esse não é seu único trunfo: ela combate os radicais livres, moléculas nocivas que fazem a festa em momentos de tensão.

Fontes: acerola, limão, laranja, morango, caju, brócolis e rúcula.
ARGININA E LISINA
Pesquisas indicam que combinar esses dois aminoácidos diminuiria a concentração de cortisol pelo corpo, garantindo uma baita tranquilidade.

Fontes: cacau, nozes, castanha do caju e semente de girassol.
CÁLCIO
Entre suas tarefas estão administrar a transmissão de impulsos nervosos e, junto com o magnésio, gerenciar a contração muscular. A ausência do mineral é capaz de trazer uma agitação.

Fonte: leite e derivados, vegetais verde-escuros, salmão e gergelim.
COMPLEXO B
Todas as vitaminas desse grupo mantêm o corpo em ordem. E a B6 e o ácido fólico são essenciais para a formação do neurotransmissor serotonina.

Fontes: feijões, lentilha, grão de bico, cereais integrais, aspargos e couves.
SOSSEGO PÓS-MALHAÇÃO

De acordo com Felipe Schuch, educador físico e doutorando em psiquiatria na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a UFRGS, as evidencias levam a crer que os exercícios acalmam os nervos porque estimulam a liberação de endorfina. “Até agora as atividades aeróbicas, como corrida, pedalada e natação, mostram-se mais eficientes nesse sentido”, completa. Mas para a sessão do descarrego funcionar é mesmo preciso escolher o horário do treino com cautela. Afinal, malhar à noite pode atrapalhar o sono de muita gente e tornar o dia seguinte um verdadeiro pesadelo.
Fonte: Revista Saúde

10 de novembro de 2009

Incluir um bom pescado na dieta traz mais saúde



Comer pescado é saudável e saboroso. O consumo regular de pescado traz benefícios à saúde. De modo geral, os peixes são boas fontes de todos os aminoácidos essenciais, que ajudam a formar proteínas, necessárias para o crescimento e a manutenção do corpo humano. São também fontes importantes de ferro, vitamina B12, cálcio e gorduras essenciais, fundamentais ao bom funcionamento do corpo.

O Ministério da Pesca e Aqüicultura e o Misnistério da Saúde, com a agência de Vigilância Sanitária – ANVISA – apresentam dicas de como melhor consumir o pescado:

* Porque o Pescado faz bem?

São fontes de Ômega 3 (atum, pintado, sardinha, salmão, anchova, arenque, tainha, bacalhau e truta). O ômega 3 ajuda a reduzir os riscos de doenças coronarianas, alguns tipos de câncer e no tratamento de doenças inflamatórias (como artrite reumatoide). Além de ajudar na obesidade, porque o teor de gordura do peixe é baixo, fazendo uma órtima opção de proteína e favorecendo o emagrecimento.
Para estes benefícios o ideal é consumir de 1 a 2 g de Ômega 3 /dia ou 2 porções de peixe por semana mostraram resultados positivos.

* O que observar ao comprar pescado?

1) Fresco e resfriado:
• O pescado fresco possibilita ao consumidor verificar a qualidade dos alimentos;
• O peixe deve possuir pele firme, úmida e sem presença de manchas;
• Os olhos devem ser brilhantes e salientes;
• Escamas unidas entre si e brilhantes;
• Mariscos frescos só podem ser vendidos vivos;
• Polvos e lulas devem possuir carne consistente e elástica;
• Livre de contaminantes (areia, metais, plásticos, combustíveis, sabão e moscas).

2) Congelado:
• O pescado congelado industrialmente é submetido a temperaturas menores a -25°C e depois mantido a menores de -15°C;
• A data de validade deve ser sempre verificada.

3) Seco:
• Cuidar mofos, ovos ou larvas de moscas, manchas escurar ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradavel;
• Sempre armazenado em local limpo e protegido de poeira e insetos
• Exemplo: bacalhau

4) Enlatado ou conserva
• O enlatado é um dos métodos de processamento mais utilizados na conservação do pescado;

• Pescado em conserva é armazenado em recipientes herméticos, sem conservantes podendo ser vendido: “ao natural” (em salmora adicionado ou não de temperos) e/ou“Em azeite ou em óleos comestíveos”

* Atenção a Embalagem:

Dentre as informações obrigatórias, sempre verificar a data de validade e se o produto possui o Selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), estadual e Municipal.

* Dicas de Preparo:

1) Grelhar, assar e cozinhar a vapor são os melhores maneiras de preparar o seu pescado mantendo suas propriedades nutricionais e benefícios à saúde.
2) Quanto de frita os pescados, eles podem absorver o óleo e destruir parte do Ômega 3 e das vitaminas.
3) Deve-se sempre retirar o couro antes de consumi-los.
4) Utiliza temperos naturais: cebola, alho, temperos verdes, manjericão, manjerona, louro, etc.
5) Sempre que a carne estiver pronta ela ficará com a textura branca.
6) Para preparar peixes salgados, você deve dessalgá-lo da maneira correta. Deve-se colocar o peixe com pele e já cortado em água gelada dentro da geladeira e trocar a água 3 vezes por dia. Para manter o sabor do peixe coloque gelo dentro da vasilha.

* Dicas de congelamento domiciliar:

1) Nunca se congela um pescado que já foi descongelado.
2) o peixe pode ser congelado novamente se foi cozido ou assado.
3) O ideal é congelar peixes inteiros e sua pele é sua proteção.
4) Sempre identificar o produto e data do congelamento.