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20 de junho de 2013

8 Alimentos que baixam a pressão

Você sabia que quando a pressão sistólica cai só 2 milímetros de mercúrio (2mmHg), há uma diminuição de 10% no risco de morte por derrame e de 75% por infarto? Pois é, pequena diferença, mas grandes mudanças para o organismo.
Acompanhe agora 8 alimentos que vão lhe auxiliar a baixar a pressão se tornar a tarefa érdua.

Suco de Beterraba:
Proporciona uma queda de 7% na pressão arterial. O vegetal é fonte de nitrato, um potente vasodilatador natural, que pode apresentar a queda da pressão sistólica de 140 por 90 mmHg para 130 por 90 mmHg. Além de carregar potássio e flavonóides que favorecem a derrocada da pressão.


Clara de Ovo:
Além de não conter colesterol, a clara tem peptídeo capaz de inibir a enzima formadora da angiotensina, substância que contribui para o estreitamento dos vasos e elevação da pressão. Efeito semelhante ao do medicamento captoprill.




 

Chocolate:
Contendo de 50 a 85% de cacau, este alimento faz a pressão cair cerca de 3 mmHg, deliciando-se com apenas um quadrado ou no máximo uma barrinha. Os flavonóides do cacau propiciam a formação de óxido nitrico que dilata os vasos sanguíneos.


Uva-passa:
Os polifenóis e antioxidantes auxiliam na queda da pressão, o recomendado são duas colheres de sopa por dia.



 


Nozes:
Por conta dos polifenóis e ácido alfalinolêico, uma versão do ômega-3, as nozes auxiliam a evitar os picos de pressão.


Leguminosas:
Uma xícara diaria, como por exemplo de feijão, auxilia no nível açúcar do sangue e também alia as artérias tensionadas. O feijão previne os picos de glicose por ser um alimento de baixo índice glicêmico, o que facilita o controle da pressão. Recomenda-se abrir mão de temperos industrializados no preparo dos alimentos.



Chá verde:
O chá abastecido de polifenóis é aliado contra a hipertensão. Três xícaras do chá ao longo de quatro semanas já apresenta baixa significativa na pressão arterial.



Iogurte:
O consumo de um pote de 200 gramas de iogurte com baixo índice de gordura a cada três dias pode reduzir em 31% o risco de desenvolver hipertensão, isso porque na ausência de cálcio há aumento na concentração de vitamina D, o que sinaliza para o corpo a necessidade de preservar o pouco calcio que resta. O problema é que, aí, ele adere à parede dos vasos, gerando um aumento da pressão lá dentro. Para evitar desastrosas consequências, é só caprichar na ingestão de lácteos magros.


Mais do que acrescentar estes itens em sua alimentação, é fundamental que substitua-se outros itens que nos deixam a mercê da hipertensão, como o sódio. Por reter água, ele faz o volume do sangue no interior das artérias aumentar, com isso a pressão decola. Além do sódio, muito cuidado com as gorduras, sobretudo as saturadas, elas se depositam na parede das artérias, endurecendo-as e dificultando o fluxo de sangue.

Tenha uma vida saúdavel, cuide de sua alimentação! Nosso corpo é aquilo que comemos.




Fonte: Revista Saúde junho/2013

23 de outubro de 2012

Ingestão de laranja e chimarrão na gravidez pode ser prejudicial ao feto



Hoje saiu uma matéria bem interessante hoje na Zero Hora e concordo com a Nutricionista Márcia Vitolo. Não podemos radicalizar a dieta da gestante e retirar todos os polifenóis e flavonóides, uma vez que estes são antioxidantes, previnem o envelhecimento, antiinflamatórios,  reduzem as taxas de colesterol e auxiliam no processo de emagrecimento. Além disso, precisam de maiores estudos para fidelizar estas recomendaçõesnos guidlenes e diretrizes.

Pesquisa revelou que alimentos ricos em polifenóis e flavonoides se ingeridos no terceiro trimestre da gestação, alteram a circulação de sangue no feto e podem trazer riscos.

Segundo o estudo sete alimentos deveriam ser substituidos na dieta: chimarrão, chás caseiros, chocolate amargo, café passado ou expresso, uvas, laranjas e bergamotas.



Não é raro encontrar grávidas que evitam ingerir determinados alimentos para não prejudicar o desenvolvimento do feto. Nova pesquisa do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul tenta esclarecer pelo menos parte desta questão: o que pode trazer problemas à criança durante a gravidez? O estudo revelou que alimentos ricos em polifenóis e flavonoides se ingeridos no terceiro trimestre da gestação, alteram a circulação de sangue no feto e podem trazer riscos.

– Por terem um efeito anti-inflamatório natural, estes alimentos inibem a produção de prostaglandina no organismo da gestante e, por consequência, do feto – afirma o cardiologista Paulo Zielinsky, chefe da Unidade de Cardiologia Fetal do Instituto de Cardiologia e professor do programa de pós-graduação em Ciências da Saúde da Fundação Universitária de Cardiologia.

Durante a vida intrauterina, o ducto arterioso – um canal localizado entre a aorta e a artéria pulmonar – precisa estar amplamente aberto, permitindo que 80% do sangue saído do coração para os pulmões atinjam a circulação do bebê. Isso ocorre espontaneamente até as 28 semanas. Depois, depende da prostaglandina, cuja baixa produção pode levar ao estreitamento do canal. Com o diâmetro do ducto reduzido, aumenta a pressão nos vasos, o que leva à sobrecarga no coração do feto. Após o nascimento, essa complicação causaria até hipertensão pulmonar.

Em sete anos de pesquisa, os médicos analisaram como o organismo da mãe e do bebê reagiam a essas substâncias. De 51 casos de gestantes que apresentavam o problema, 48 tiveram o ducto normalizado somente com a suspensão dos polifenóis da dieta. Os resultados do trabalho foram apresentados neste mês na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, durante o Simpósio de Avanços em Cardiologia Perinatal.

Lançar alarme é precoce, diz nutricionista
A preocupação com o que ingerir deve começar na 13ª semana gestacional. É a partir daí que a dieta da grávida vai interferir no feto. A nutricionista Márcia Vítolo, professora do programa de pós-graduação em Ciências da Saúde da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e especialista em nutrição materno-infantil, lembra que esta contraindicação não existe nas diretrizes de órgãos oficiais ligados à saúde.

– O trabalho é bem feito, mas, para assumirmos como recomendação, ainda tem um caminho – explica Márcia.

Por ora, ela afirma que o essencial é evitar o ganho excessivo de peso durante a gravidez e manter um acompanhamento nutricional durante o pré-natal. 


http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/10/ingestao-de-laranja-e-chimarrao-na-gravidez-pode-ser-prejudicial-ao-feto-3926673.html