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28 de maio de 2014

Farinhas: trigo, aveia e milho



Tortas, pães, bolos, rocamboles... Se há um ingrediente que não pode faltar nessas receitas é a farinha, e a mais popular é a farinha de trigo refinada (ou branca). Esta farinha é composta apenas pela parte interna do grão, sendo pobre em fibras e vitaminas, além de não auxiliar no controle da glicemia (quantidade de açúcar no sangue) e nem da saciedade.
Já a farinha de milho é obtida por meio da moagem do grão. Possui as tais fibras que contribuem para o trânsito intestinal, e amido resistente, substância que passa praticamente intacta pelo aparelho digestivo e não causa picos de glicose.




Destaque mesmo é a farinha de aveia! Ela possui uma fibra especial, a betaglucana, que auxilia na redução do colesterol, sem contar que do trio, ela é a que mais tem proteínas.




A grande questão é que, dependendo do preparo, as farinhas integrais, como as de milho e aveia, interferem no resultado, pois são mais pesadas. O jeito é misturá-las à de trigo refinada, garantindo pelo menos parte dos benefícios.
 Os valores se referem a 50g das farinhas, o que equivale a 1/4 de xícara

PLACAR
TRIGO          MILHO          AVEIA
1        X         1        X          4
Fonte: Revista Saúde 05/2014

28 de abril de 2014

Jejum aumenta a "Barriga"

Passar horas e mais horas de estômago vazio não emagrece. Muito pelo contrário: o hábito leva ao acúmulo de gordura.

O que para algumas pessoas representa o som da vitória no processo de emagrecimento, o ronco vindo do intestino serve, na verdade, para sinalizar que um tempo considerável se passou desde a última refeição. 
Uma pesquisa recente, realizada pela nutricionista Roberta Cassani, do Instituto de Nutrição de Itu, aponta que, quanto maior o número de horas sem colocar nada na boca, mais avantajada a circunferência abdominal tende a ficar. 
O principal motivo que faz o jejum prolongado é que a refeição ingerida após esse período de escassez costuma ser um exemplo de desequilíbrio calórico e nutricional - na pesquisa, o jejum ocorria geralmente a tarde. Claro que você pode tentar se conter, só que, ao ser privado de energia, o organismo aciona todo um mecanismo que favorece a compulsão alimentar.
O jejum que preocupa ocorre após quatro horas da última refeição, quando praticamente todos os nutrientes já foram absorvidos pelas células. Além de buscar alternativas para fornecer glicose ao cérebro - que depende do açúcar para funcionar - , o corpo passa a liberar mais grelina (hormônio que dispara o sinal de fome). No fim das contas, a falta de glicose e a abundância de grelina na circulação propiciam os ataques de gula.
Já o cortisol é liberado pelas glândulas suprarenais em resposta ao estresse provocado pelo jejum e é um dos responsáveis por facilitar o estoque de gordura no abdômen. Com a obesidade instalada, a situação piora, já que o próprio tecido adiposo tem uma enzima capaz de aumentar um pouco a produção de cortisol, formando um ciclo vicioso.
Também constatou-se, a alteração nos níveis das enzimas hepáticas conhecidas por ALT, GGT e AST. Em concentração mais elevada, esse trio de enzimas é um indício de que o fígado começa a passar sufoco: há gordura depositada ali. Isso ocorre quando o tecido adiposo não consegue mais acumular gordura, partindo para o fígado onde acaba se instalando e provocando inflamação. A evolução do quadro, chamado oficialmente de esteato-hepatite não alcoólica, é mais um fator de risco para males cardiovasculares, além de ser uma ameaça para o próprio órgão.
Durante o jejum o organismo ativa um sistema de resistência a insulina, responsável por encaminhar glicose para dentro das células a fim de gerar energia. Tudo para que o nutriente seja absorvido sem delongas pelo cérebro, o comandante das funções fisiológicas. Agora imagine o organismo sendo submetido a essa condição regularmente...
De acordo com os estudos, a gordura, principalmente a da região abdominal, também atrapalha a ação da insulina. Um transtorno a mais para o pâncreas que acaba por produzir excessos desse hormônio na tentativa de vê-lo funcionar. Com insulina inoperante e a fartura de glicose no sangue, aparece a diabete do tipo 2.
Além disso, as voluntárias da pesquisa apresentaram índices de adiponectina inferiores, esse hormônio faria um bem danado: ela facilita a atuação da insulina, evitando inflamações, diminui o risco de formação de placas nas artérias. A boa notícia é que largar o cigarro, praticar atividades físicas e emagrecer favorece seu aumento.
Diante deste panorama, não é exagero dizer que o hábito de jejuar tem potencial para destrambelhar o organismo inteiro - a barriga refletida no espelho é só a ponta do iceberg. O ponto é que esses intervalos sem comida estão longe de oferecer benefícios. As principais refeições do dia, café da manhã, almoço e jantar, devem ser intercalada com pequenos lanches.

Por que jejuar antes de exames?
Análises do sangue, sobretudo quando envolvem a dosagem da glicose, ainda cobram algumas horas sem nada na barriga - o objetivo é evitar eventuais interferências no resultado. Além dos exames, todo procedimento que envolve sedação requer jejum, tendo em vista que muitas vezes os anestésicos causam náuseas. No caso de o paciente estar de estômago cheio pode vomitar e aspirar.


QUEBRE O JEJUM

IOGURTE + LINHAÇA + AVEIA 
Trata-se de uma combinação adequada para o ínicio do dia. Fonte e proteínas, gorduras boas e fibras, o lanche é levinho, levinho.








MAMÃO + 2 COLHERES DE SOPA DE AVEIA 
Tanto a fruta quanto o cereal são riquíssimos em fibras. Caem bem de manhã, dando saciedade até a hora do almoço.






MORANGO + BISCOITOS INTEGRAIS 
A fruta é pobre em calorias e rica em antioxidantes. Já os biscoitos reúnem fibras. O melhor de tudo: a dupla cabe na mochila.
 






BISCOITOS INTEGRAIS + CREAM CHEESE + 1 SUCO DE LARANJA
Nesse combo, que pode ser devorado em poucos minutos, tem fibras, proteínas, cálcio e vitamina C. São muitos benefícios e pouca complicação. 
 
Fonte: Revista Saúde abril/2014

30 de janeiro de 2014

Oleaginosas: um punhado para viver mais

O maior estudo epidemiológico sobre a relação entre o consumo de oleaginosas e mortalidade não deixa dúvidas. Quem come um pouco todo dia tem grandes chances de envelhecer com saúde.

As bases de dados da pesquisa se concentra em dois estudos populacionais famosos nos Estados Unidos, ambos focados em profissionais de saúde que respondem, periodicamente e ao longo de quase 30 anos, um questionário sobre alimentação, qualidade de vida, presença de doenças...
Buscando um resultado confiável, foram excluídos fumantes e pessoas com histórico de câncer, além de pessoas fãs de azeite oliva, outro super alimento.
Os devidos cuidados tomados, chegou-se a conclusão: comparando pessoas que comam um punhado de nozes ou congêneres (cerca de 30 gramas diários) sete ou mais vezes por semana com quem mantinha distância delas, a taxa de mortalidade foi 20% menor entre a turma adepta das nuts. A presença das oleaginosas no cardápio está ligado a menos mortes por doenças cardiovasculares, câncer e problemas respiratórios. Apesar de não se poder designar uma relação de causa e efeito, já que os consumidores dos nuts costumam seguir uma dieta mais regrada e praticar exercícios, o que chama atenção é que, mesmo tirando de cena  as questões confundidoras, essa classe de alimentos sempre se manteve ligada aos maiores índices de longevidade.
As gorduras insaturadas contribuem para a diminuição dos níveis de colesterol e as substâncias antioxidantes combatem processos envolvidos em doenças como câncer, diabete e Alzheimer. Por serem ricas em fibras e proteínas, as oleaginosas elevam a sensação de saciedade e parecem acelerar a queima calórica.

NOZES
Destaque: Entre as oleaginosas, são as que carregam mais vitamina E, e ômegas 3 e 6 - proteção extra para o coração.
Quantidade diária: Cerca de 10 unidades pequenas sem casca (30g)
Atenção: Prefira in natura e evite as versões caramelizadas.

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AVELÃ
Destaque: Fonte de potássio, mineral que regula a pressão.
Quantidade diária: Em média, 30 unidades.
Atenção: Maneire nas versões torradas açucaradas ou que servem de cobertura para doces.


PISTACHE
 Destaque: Tem fitosteróis, substâncias que baixam o colesterol, e selênio.
Quantidade diária: Até 20 unidades.
Atenção: Evite pacotes com alto teor de sal.


CASTANHA DO PARÁ
Destaque: Rica em selênio, mineral com alto poder antioxidante.
Quantidade diária: 1 a 2 unidades já cumprem a cota de selênio.
Atenção: Não abuse. Selênio demais pode intoxicar.



CASTANHA DE CAJU
Destaque: Fornece vitaminas do complexo B e minerais como zinco e magnésio.
Quantidade diária: Até 20 unidades.
Atenção: Modere nas castanhas salgadas na mesa do bar.


AMÊNDOA
Destaque: Fonte de zinco, estimulante da imunidade, e magnésio, amigo das artérias.
Quantidade diária: Até 25 unidades.
Atenção: evitar as versões torradas com açúcar.


AMENDOIM
Destaque: Cheio de gorduras do bem e reduto de potássio.
Quantidade diária: Em média, 22 unidades. Ou 1/3 de xícara de chá.
Atenção: Priorize o natural. Fuja daqueles com casquinha doce ou salgada.


Lembramos que tudo que é em equilíbrio faz bem! Evite excessos!

Fonte: Revista Saúde

7 de outubro de 2013

Nutrição até o talo


Estamos entre os  dez países que mais desperdiçam comida no mundo segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), além disso, temos um dos lixos mais nutritivos do mundo. Isso porque as partes dos alimentos que geralmente desprezamos – talos, cascas, sementes e folhas – chegam a ser mais nutritivas do que a polpa.
Antes de começar a usá-las, é necessário caprichar na higienização. Para retirar os pesticidas, utilize uma escovinha e água para lavar bem os vegetais. Coloque os alimentos em recipientes de vidro ou louça e deixe-os de molho em uma solução à base de hipoclorito de sódio, seguindo as instruções da embalagem. Após é só utilizar a criatividade e encher a mesa de nutrientes.
 

SEMENTES
Apesar de pequeninas, elas concentram elementos de peso. As sementes do maracujá por exemplo, reúnem ômegas 3 e 6, essenciais para as funções cerebrais e transmissão de impulsos nervosos. As de abóbora contém gorduras boas, muitas fibreas e são ricas em vitaminas e minerais, daí a sua importância para o coração, intestino, olhos...
 



TALOS
São cheios de fibras, vitaminas e minerais. Vale a pena aproveitar os talos da alcachofra, brócolis, espinafre e afins para fazer quiches, pães e bolos. Para amaciar os talos, vale cozimento a vapor ou então no caso do consumo em sucos, o liquidificador dá conta.

 



FOLHAS
As folhas podem ser utilizadas em receitas de tortas, farofas, cuscuz, recheios e sopas. Elas são fontes de carotenoides, substância que no corpo são convertidas em vitamina A, nutriente que apura a visão e reduz a formação de placas nas artérias. Sem contar que cada folha possui sua particularidade, a do rabanete apresenta muito selênio, poderoso antioxidante; a da couve-flor, possuí fósforo, um protetor da memória; e a beterraba acumula potássio, mineral que regula a pressão arterial. As folhas devem ser descartadas se estiverem amareldas.
 


CASCAS
O lugar delas com certeza é no prato e não na lixeira. São riquíssimas em fibras, substâncias que estimulam o funcionamento do intestino. A goiaba apresenta em sua camada externa altas doses de polifenóis, inimigos do envelhecimento celular, tendo seu potencial antioxidante duas vezes maior que o da polpa. Outra substância é o nitrato que em pequenas porções é benéfico para as artérias. As cascas de cenoura, abacaxi e da laranja também merecem destaque, porque oferecem potássio, cálcio, fósforo e vitamina C. A da banana é outra que impressiona: cheia de potássio, vitaminas e fibras, ajuda no controle do apetite e na perda de peso. Esses ricos ingredientes podem fazer parte de sucos, bolos, doces, geleias e farinhas.



29 de agosto de 2013

25 ATITUDES para emagrecer

Vivemos em um ambiente repletos de armadilhas que sabotam as tentativas de enxugar a barriga. Mas é possível desviá-las. Da hora de se levantar à de por a mesa do jantar, veja as mudanças de comportamento que facilitam a perda de peso - todas embasadas pela ciência. E isso não inclui dieta nem excercícios.

Aqueles que estão em busca da perda de peso sabem que tudo o que nos cerca parece conspirar contra o objetivo de emagrecer. Supermercados  oferecendo uma grande variedade de alimentos calóricos e baratos, os biscoitos cheios de açúcar no trabalho, as propagandas de lanches que dão água na boa... Podemos chamar de ambiente obesogênico.

O cenário engordativo não se resume ao que é colocado no prato, as próprias dimensões dos pratos favorecem o acúmulo de gordura. No passado, a louça era menor, o que ajudava a regular o volume das porções. A concha de feijão já dobrou de tamanho comparado a décadas atrás.

Detalhes como a proporção dos recipientes e talheres passam desapercebidos, no entanto, são eles as grandes influências na manutenção da forma física. Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos afirmam que de 10 a 20% das calorias ingeridas por um indivíduo chegam ao estômago sem que ele se dê conta.

Abaixo seguem dicas que comprovam que além da comida, o ambiente e algumas atitudes influênciam e muito no processo de emagrecimento. Com foco e determinação fica fácil chegar aos objetivos de emagrecimento.

Três passos rumo à mudança
Como transformar um hábito que
prejudica e emagrecimento em 
uma atitude positiva.

1. Reconhecimento
Identifique suas dificuldades para 
perder peso. Você petisca muito 
ou exagera nas porções?

2. Modificação no dia a dia
Crie saídas para esses comporta-
mentos, como comprar pacotes 
menores ou pratos pequenos.

3. Automatização
Repita estratégias que estão dando 
certo até que elas virem parte da 
rotina.

Logo após acordar
1. Vista roupas do seu número - nunca maiores.
Roupas largas iludem as pessoas com relação ao tamanho de sua barriga, o que favorece empanturrar-se sem culpa. A saída é vestir uma roupa adequada à sua forma, assim as variações na cintura são percebidas de cara. 
2. Suba na balança quase toda manhã.
O fato de pisar ao menos a cada dois dias na balança diminui a pança. É eficaz pois assegura uma vigilância constante e não permite que a pessoa se pese só naquelas fases em que se manteve na linha.

No café da manhã
3. Use copos altos e finos.
A ilusão de ótica de que nos recipientes mais compridos cabe mais liquido do que em um baixo e largo contribui para o consumo de 19% mais sucos, mesmo os dois possam comportar a mesma quantidade.
4. Cuidado com o fat free. 
Um estudo na Universidade Cornell, com 269 voluntários que escolhiam produtos livres de gordura ou pela sua versão normal, mostrou que aqueles que preferiam a primeira opção comeram 28% a mais do que os outros. O consumo extra vem da crença de que alimentos fat free ou diet não inflam a barriga, o que nem sempre é verdade.
5. Não coma assistindo televisão.
Diversos estudos evidenciam que o consumo é maior quando se está assistindo televisão, isso porque não nos damos por conta da quantidade que está sendo ingerida. Além de programas de ação fazerem com que acelere o ritmo das garfadas. A melhor alternativa é manter o aparelho desligado ou fora do como onde scostuma-se realizar as refeições.
6. Monte o lanche depois de tomar café.
Ao prepara o seu lanche após o café, você estará evitando exageros no recheio. Após um exercício matinal pode propiciar a supercompensação, ou seja, como forma de recompensar o esforço, acaba excedendo ao escolher o que consumir só depois do treino.

No almoço por quilo
7. Planeje a refeição desde o início.
BBoa parte dos self-services oferecem opções nutritivas e leves. Sujeitos que não selecionam o que vão consumir em um momento anterior ao de pegar a comida tendem a repetir. É importante adicionar 20% mais vegetais e só retornar à fila para pegar a sobremesa depois de terminar o prato principal.
8. Acompanhe o mais lento da turma.
Comer devagar dá tempo para o cerebro registrar a informação de saciedade. Se seguir este preceito no dia a dia esta complicado, descomplique seguido o ritmo das garfadas do colega que demora mais para terminar a refeição.
9. Quando terminar, saia ligeiro da mesa.
A probabilidade de exageros aumenta com o tempo que passamos no restaurante ou na mesa. Uma ótima alternativa é gastar o tempo restante do horário de almoço com uma caminhada de volta ao trabalho.
Em um restaurante A La Carte
10. Siga a regra das duas opções.
Ao visitar um restaurante A La Carte deve-se escolher apenas duas dentre as opções: entrada, bebida e sobremesa. Na escolha pela sobremesa, busque sempre dividi-la com alguém, afinal as duas primeiras colheradas são as mais saborosas. As próximas já terão menor satisfação, por tanto só acrescentarão calorias na mesma refeição.
11. Diga adeu ao couvert.
Os pãezinhos servdos logo de cara são uma pegadinha, pois não saciam. A soluçãop é conversar com o atendente e solicitar que ele não traga o cesto de pães e os patês. Se, por acaso, você gostar muito dos petiscos de algum lugar, considere-os como uma entrada na regra das duas opções descrita no tópico anterior. Aí não tem erro.
Em uma tarde no trabalho
12. Escove os dentes assim que chegar ao escritório.
Além de proteger das doenças bucais, escovar os dentes, bochechas e lingua, e passar fio dental, a atitude segura, mesmo que momentaneamente, a vontade de comer um docinho. Isso porque a pessoa terá de repetir todo o processo, além de a pasta de dente modificar o paladar, tornando o sabor de determinados itens bem ruim, desencorajando os deslizes alimentares após o almoço.
13. Guloseimas em potes escuros ou fora de alcance.
Belisca-se 48% mais se o alimento estiver próximo. A saída é deixá-los distantes e em potes foscos, para o alimento ficar menos tentador.
14. Opte por lanches que exigem trabalho.
Quanto maior a barreira entre você e o alemento, menor é o risco de se empanturar. Invista em pistache ou nozes, aperitivos que exigem esforço para remover a casca.
15. Não petisque em frente ao computador.
Assim como a  TV, o computador tira o foco do lanche da tarde, o que nos leva a comer e beber mais que o necessário.
No mercado
16. Escreva uma lista.
Ao fazer a lista você economiza tempo e dinheiro além de diminuir os riscos das compras extras de alimentos nada saudáveis. Se o objetivo é emagrecer, muitas sacolas no carro é um perigo.
17. Faça as compras sem fome.
A probabilidade de você rechear o carrinho com alimentos calóricos é muito maior, já que as embalagens sãp mais bonitas e chamativas fazendo até salivar. Com fome a vontade de adquiri-las fica ainda maior. A sugestão é consumir uma barrinha de cereal antes das compras.
18. Escolha pacotes pequenos
Um estudo foi realizado com 37 pessoas que assistiram um filme de comédia ao mesmo tempo que engoliam bolachas. Uma parte recebeu um pacote de 400g, enquanto outro ganhou embalagens de 100g do mesmo biscoito. Resultado: quem recebeu os embrulhos menores comeu 25% menos calorias, e o consumo foi 54% mais baixo no time dos gordinhos com pacotes pequenos. Portanto, na hora das compras, fuja das opções tamanho família
19. Va com dinheiro contado
Fora preparar uma lista, é essencial carregar dinheiro vivo - e contado - para o mercado ou , no minímo, traçar um limite claro de gastos. Assim fica mais fácil adquirir só o necessário.
Ao arrumar a despensa
20. Esconda o que engorda
Levantamentos calculam que metade das compras é devorada nos primeiros seis dias. Daí a importancia de deixar o que há de mais saudável na linha de frente e não criar depósitos de guloseimas em casa. 
Na hora do jantar
21. Preste atenção na cor do prato
Se colocarmos massa ao molho sugo num prato branco e uma massa ao molho branco num prato vermelho, se consumirá 22% mais, isso porque a disparidade entre as cores dá a impressão de que há pouca quantidade. Já se as massas forem servidas em pratos de cores semelhantes, haveria redução no consumo, já que daria a impressão de mais alimento no prato.
22.Pouca variedade no jantar
Não cozinhe inúmeras opções para a refeição noturna. Quanto maior a variedade, maior o resco de exagerar nas garfadas, já que você vai querer experimentar um pouco de cada receita. A tendência é comer 23% menos se as variedades forem reduzidas.
23. Travessas ficam fora da mesa
Mantenha os recipientes com os alimentos fora da mesa, de preferência onde você não as veja e tampados, assim você evita repetecos engordativos e o aroma convidativo, o que favorece a redução do consumo calórico.
24. Ouça uma música calma
Musicas tranquilas contribuem para nos alimentarmos de forma serena, um ambiente pacato eleva as chances de mastigarmos a comida mais vezes, contribuindo para uma melhor digestão, que por sua vez, impulsiona a saciedade.
25. Utilize talheres pequenos 
Uma colher de servir, antigamente acumulava aproximadamente 12g de arroz, atualmente suporta mais de 20. Prefira servir-se com talheres menores, assim colocará no prato apenas o necessário, sem exageros.

Quanto antes começar melhor...
Incorporar a maioria dessas atitudes é mais fácil na infância, já que os hábitos alimentares se constituem nos primeiros três anos de vida. Por outro lado nem todas as correções sugeridas nesta reportagem se aplicam para os menores. Consulte um especialista para saber quais são as medidas comportamentais mais indicadas aos pequenos. 

Fonte: Revista Saúde Agosto/2013