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19 de setembro de 2010

DOENÇA CELÍACA

 O que é doença celíaca?

Caracteriza-se pela intolerância ao glúten, principal proteína (gliadina) presente em trigo, aveia, centeio, cevada e malte (subproduto da cevada). Essa intolerância induz a produção de anticorpos ao glúten, que agridem e danificam as paredes do intestino delgado, fazendo com que ele tenha dificuldade de absorver nutrientes (sais minerais, vitaminas e água). Geralmente, a doença se manifesta na infância, mas pode surgir em qualquer idade.

 Não existe cura e o celíaco não pode comer nenhum alimento com glúten durante toda a sua vida.
O único tratamento existente (e totalmente eficaz) é a retirada do glúten da dieta.
Os sintomas mais frequente da doença são: diarréia ou constipação, desnutrição com déficit do crescimento, emagrecimento e falta de apetite, anemia, distensão abdominal (barriga inchada), vômito, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, irritabilidade, fadiga, manchas e alteração do esmalte dos dentes.
para o dignóstico da doença, alguns exames são importantes como D-xilose, dosagem de gordura nas fezes, anticorpos anti-gliadina e biópsia intestinal.
Para o tratamento da doença celíaca é a retirada total do glúten:

Retirar alimentos:  TRIGO, AVEIA, CENTEIO, CEVADA, Croquetes, bolinhos, embutidos e queijos, chocolates, copas de pacote, refrescos comerciais, evitar produtos industrializados, uísque, cerveja, vodca e  OUTROS: creme dental e talco

O que é permitido na dieta :
- Cereais: milho, arroz e canjica
- Farinhas: de arroz, mandioca, milho, fubá, fécula de batata, fécula de mandioca, polvilho doce, polvilho azedo, amaranto e quinua
- Gorduras: gordura vegetal, óleos e margarinas
- Macarrão: de arroz, quinua ou soja
- Laticínios: leite, manteiga, queijo e derivados
- Carnes e ovos: aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes e frutos do mar
- Hortaliças e leguminosas: folhosas, legumes, tubérculos, feijão, cará, inhame, soja, grão de bico, ervilha, lentilha, batata e mandioca
- Frutas: todas, ao natural ou sob a forma de suco

 Por norma, as embalagens devem informar se um produto contém ou não glúten.
Lei de proteção ao celíaco - Lei 10.674 de 16 de maio de 2003 obriga os fabricantes a escrever nas embalagens se contém ou não, glúten nos  alimentos industrializados.

 Fonte:
http://www.celiacos.org.pt/
http://www.riosemglúten.com/

http://www.doencaceliaca.com.br/

7 de agosto de 2010

Pesquisa aponta chimarrão como arma para combater o colesterol!

Bebida típica do gaúcho é mais eficaz contra a gordura do que o chá verde

Saiu esta matéria no site do clicrbs hoje.
A matéria fala de um estudo que foi realizado no Instituto de Cardiologia /RS, onde mostram que o chimarrão  reduz os níveis de LDL (colesterol ruim).
Durante a primeira fase da pesquisa indicou que a bebida é mais eficaz na redução do colesterol do que o chá verde. O estudo constatou que quem tomou um litro de mate diariamente por oito semanas teve o colesterol LDL reduzido em 4,2%, em média, enquanto que quem bebeu chá verde ou chá de maçã não apresentou redução no índice. Quem consumiu chimarrão também perdeu, em média, meio quilo no período.

Os resultados estão sendo apresentados pela nutricionista Bruna Pontin, neste final de semana num congresso de Cardiologia, que está acontecendo em Gramado.
Segundo a cardiologista Vera Portal, professora do programa, a pesquisa revela que, com a redução do colesterol, também se reduzem os riscos de doenças cardiovasculares. Mas ela pondera que o chimarrão não deve ser visto como um remédio.
– Uma pessoa que toma chimarrão por hábito pode estar incrementando um valor a mais de redução de risco de doenças, assim como faz quando tem uma alimentação adequada ou pratica exercícios – esclarece.


Para ver matéria completa, acesse clicrbs!

4 de agosto de 2010

Você sabe o que está comendo? Entendendo rotulagem nutricional!


Com a grande variedade de produtos alimentícios industrializados que encontramos no supermercado, nem sempre é fácil saber exatamente o que estamos comendo e quais os ingredientes e nutrientes contidos nestes alimentos.
É preciso ler os rótulos de alimentos com alegações de diet ou light. Os alimentos diet são formulados para grupos de população com condições fisiológicas específicas, possuindo quantidades insignificantes ou nulas de algum nutriente (por exemplo o açúcar, no caso de diabéticos), enquanto os light apresentam diminuição no valor energético ou na quantidade de algum nutriente em relação a um alimento convencional. Nem o diet e nem o light têm, necessariamente, redução de energia ou açúcar.
Vale lembrar que os valores das porções apresentados na tabela nem sempre correspondem a toda a embalagem do produto e que nem todas as quantidades que parecem poucas em gramas são realmente pequenas. Por isso é importante sempre ler qual a quantidade que corresponde a uma porção do produto e conferir a %VD de cada nutriente. Assim é possível calcular o quanto você está ingerindo daquele nutriente em uma porção e quanto você ainda precisa ingerir ao longo do dia para atingir as recomendações.
Quando não constar o valor para um determinado nutriente, significa que aquele produto não contém uma quantidade significativa daquele nutriente.
Indivíduos com alguma intolerância, alergia alimentar ou outra condição que restrinja o consumo de algum nutriente devem prestar atenção aos ingredientes e nutrientes específicos para sua condição, a fim de evitá-los, como o açúcar (no caso dos diabéticos), o glúten (no caso de indivíduos com doença celíaca) e o sódio (para pessoas hipertensas). Nestes casos em que há um problema de saúde, é importante sempre consultar um médico e/ou uma nutricionista, para dar uma orientação adequada sobre a alimentação.


Lista de Ingredientes: Informa quais são os ingredientes que compõem o produto. Estes ingredientes estão em ordem decrescente, sendo que o primeiro é o que está em maior quantidade no produto e o último ingrediente é aquele que está em menor quantidade.
Prazo de validade: Indica a data na qual o produto não estará mais adequado para o consumo. Muitas vezes alguns produtos têm validades diferentes quando são mantidos fechados e após serem abertos.
• Informação nutricional obrigatória: É a tabela nutricional propriamente dita. Abaixo segue um exemplo de tabela e seus componentes:

Não basta saber apenas o que deve constar no rótulo. É importante saber o significado de cada item presente na tabela nutricional, que são:
• Valor energético: É a energia produzida pelo nosso corpo, proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais
Carboidratos: São os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. Estão presentes em massas, tubérculos, cereais e doces em geral.
Proteínas: São componentes dos alimentos necessários para a construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. São encontrados principalmente em carnes, ovos, leite e derivados e leguminosas.
• Gorduras totais: É a soma de todos os tipos de gordura encontradas em um alimento. As gorduras são as principais fontes de energia do corpo, sendo que 1 g de gordura libera mais que o dobro de energia do que a mesma quantidade de carboidratos e proteínas. Por isso devem ser consumidas com moderação.
Gorduras Saturadas: Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal, como carnes gordas, bacon pele de frango, queijos, manteiga, entre outros. Seu consumo deve ser moderado pois, se consumida em excesso, a gordura saturada pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
Gorduras Trans: Recebem esse nome pelo tipo de estrutura química que possuem e estão presentes em alimentos industrializados, como margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos e alimentos que contenham gordura vegetal hidrogenada em sua composição. Não se deve ingerir mais de 2g deste tipo de gordura por dia, já que ela pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, mais até do que as gorduras saturadas.
Gorduras Insaturadas: podem ser monoinsaturadas (presente no azeite de olva) ou polinsaturadas (presentes em óleos vegetais e gordura de peixe). Não apresentam o mesmo risco para causar doenças cardiovasculares, mas seu consumo também não deve ser exagerado.
Fibra Alimentar: Está presente em diversos alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, feijões e alimentos integrais. Sua ingestão auxilia no funcionamento do intestino e na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como hipercolesterolemia. Procure consumir alimentos com maior %VD (% do valor diário recomendado) de fibras.
Sódio: Está presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados. Deve ser usado com moderação já que seu consumo excessivo pode causar hipertensão arterial.

28 de julho de 2010

Pinho Coreano - Promote Diminuir o apetite

Chega ao Brasil um suplemento natural para ajudar a maneirar nas refeições.
O laboratório Galena traz ao Brasil um reforço para quem busca controlar a alimentação. Trata-se de um nutracêutico à base de pinho coreano (chamando de PINNO THIN) que consumido antes do almoço e janta, pode diminuir a fome.
este produto é extraído do óleo da castanha do pinho. "Estimula a liberação de hormônios produzidos no tubo digestivo responsável por avisar o cérebro que estamos satisfeitos".
Ele vai ser vendido em sachês, que poderá ser misturado em água, sucos, shakes,...

Deve ser usado sob orientação e nunca esquecer da reeducação alimentar e exercícios!

Quais as diferenças entre os tipos de ARROZ?

Recebi por e-mail uma sugestão de matéria. Quais as diferenças entre os tipos de arroz:

INTEGRAL: Este tipo mantém a camada externa do grão, o farelo. Conserva suas propriedades nutritivas na casaca, como as vitaminas do complexo B. É uma ótima fonte de fibras, que evitam os picos de açúcar no sangue.

POLIDO ou BRANCO: é o nosso arroz do dia-a-dia. Ele é pobre em fibras e ainda perde quantidades de ferro, fósforo, potássio, manganês e magnésio. Este arroz é somente fonte de carboidrato e proteína.

PARBOILIZADO: Este arroz para por um processo de tratamento, ele é colocado com casca, em água fervente dentro de tanques. Há controvérsias se durante este tratamento as vitaminas e minerais acabam no líquido antes do refino ou se à água fervente leva os nutrientes para dentro do grão.

CATETO: o arroz cateto ele caracteriza-se, pois matem o grão intacto, preservando a sua película e o gérmen, onde se encontram a maior parte dos nutrientes. Os grãos são curtos, curvados e translúcidos, com maior quantidade de amido, que o tornam mais macios e cremosos.

ARBÓREO: Utilizado em preparações para risoto, contém bastante amido, que fornece a consistência cremosa ao arroz.

VERMELHO: é u arroz pouco utilizado na culinária, mas o grão é altamente nutritivo e benéfico à saúde. Na sua composição encontra-se a monocolina (estatina natural), substância que pode auxiliar na redução do nível de colesterol, LDL-Colesterol e VLDL-colesterol no sangue, que podem causar infartos e derrames cerebrais.

15 de julho de 2010

Conheça alguns fatores que podem atrapalhar a perda de peso

Muitas vezes seguimos corretamente a dieta, fazemos atividade física e não conseguimos baixar peso! Esta dificuldade pode estar relacionada a desequilíbrios hormonais e doenças crônicas que alteram o nosso metabolismo. Remédios, comidas light ou diet, alergias, pesticidas, entre outros podem facilitar o acúmulo de gordura ou frear o processo de emagrecimento.

Remédios: Antibióticos, antidepressivos, antipsicóticos, anti-hipertensivos, anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal (TRH) são apenas alguns dos medicamentos que podem fazer o organismo acumular alguns quilinhos. O ganho de peso acontece por vários motivos. Alguns remédios interferem com a qualidade do sono e aumentam a fome, outros aumentam o cansaço e diminuem a disposição para os exercícios, e a maioria favorece a retenção de líquidos. Se o ganho de peso foi expressivo (mais de três quilos em um mês), o ideal é conversar com um médico.

Excesso de comidas dietéticas: Além de ricos em corantes, adoçantes e outros aditivos químicos, a maioria dos diet e light não tem o mesmo sabor que o original. Criam uma insatisfação crônica e podem detonar compulsões alimentares. Corantes e adoçantes também estão associados à retenção de líquidos.

Calorias químicas: Pesticidas e substâncias tóxicas encontradas em plásticos, tintas, produtos de limpeza, tapetes e colchões podem, ao longo dos anos, afetar os sistemas endócrino e imunológico, causando alergias e intolerâncias alimentares.

Alergias: A inflamação crônica causada por alergias alimentares ou respiratórias pode diminuir a eficácia com que o corpo metaboliza gorduras. Além disso, aumentam a retenção hídrica. Latícinios, soja, glúten, enlatados, corantes amarelos, sulfitos, frutos do mar e amendoim são os responsáveis pela maioria dos casos de alergia alimentar.

Noites mal dormidas: A falta de sono aumenta o apetite, pois altera o funcionamento de dois hormônios que regulam a fome e a saciedade. Também pode causar a resistência à insulina, quadro que aumenta a fome e dificultando a perda de peso e pode causar diabetes e doenças cardiovasculares.



Conheça ervas mais potentes que o chá verde

Os benefícios do chá verde (camellia sinensis), nós já conhecemos... auxilia no emagrecimento, antioxidante (protege contra os radicais livres).
Sabemos também que este chá dá origem ao chá branco, chá vermelho e chá amarelo (o que difere é o tempo de colheita e fermentação da erva).
Todos estes chás ajudam a perde peso, pois provocam a termogênese (aumento da temperatura corporal), acelerando o metabolismo e favorecendo a queima de gorduras.
Mas não basta fazer uma dieta à base de chás, existem maneiras corretas de preparação (ver marcador CHÁ VERDE) e não devem ser ingeridas logo após as principais refeições, pois podem diminuir a absorção de alguns nutrientes.
Além do chá verde, temos o hibisco, carqueja, alcachofra e sene que são ótimos emagrecedores (pode tomar 500 ml de chá ao dia, feita da folha). Devem ser tomados pelo menos 3 vezes na semana e quem prefere o chá gelado ao quente pode tomá-lo até 24 horas depois do seu preparo.

Propriedades dos chás derivados da Camellia sinensis:

Antioxidante: contém componentes como as catequinas, que são fitoquímicos encontrados nos alimentos de origem animal, previnem envelhecimento precoce assim como ajudam a prevenir e a controlar o excesso de radicais livres.

Digestivo: ativa a produção dos ácidos estomacais.

Energético: a presença da cafeína que acelera o metabolismo.

Antibacteriano: auxilia no combate às bactérias causadoras de cáries. Ele evita que a bactéria se fixe no dente, diminuindo, assim, a produção do ácido responsável pela proliferação das cáries.

OBS: se caso você sofra de insônia, não beba o chá verde depois dás 18h, devido à cafeína.
Para ter efeitos emagrecedores, apartir do chá, a dieta deve estar associada a uma alimentação saudável e uma prática de atividade física.

1 de julho de 2010

BENEFÍCIOS DA FARINHA DE BERINJELA

A farinha de berinjela concentra até 10 vezes mais fibra que o legume, ela oferece inúmeros benefícios: ajuda a emagrecer, regula o intestino e ajuda a baixar o colesterol.
Em um estudo realizado na UFRJ, pesquisadores avaliaram 12 voluntárias acima do peso por 60 dias. O grupo que consumiu a farinha de berinjela apresentou uma diminuição da circunferência da cintura, com redução da gordura visceral, que está associada com o diabetes e doenças cardiovasculares, diminui os níveis de colesterol ruim, triglicerídeos e ácido úrico. Os participantes ingeriram 2 c. sopa da farinha durante 2 vezes ao dia.

A berinjela é rica em vitamina A, complexo B e C, cálcio, fósforo e ferro, além de antioxidante como flavonóides presente na casca da berinjela.

Como fazer a farinha em casa:
• Colocar 1 Kg de berinjela e desidratar em forno a 200 graus, após bater no liquidificador.
• Ao comprar a berinjela selecione as com casca lisas e brilhantes, sem manchas.
• Guardar em um pote bem fechado e afastada da luz.
• 1kg de legume rende 100g de farinha

ATENÇÃO: Sempre após o consumo da farinha de berinjela, comer uma fruta fonte de vitamina C, para reduzir a formação de radicais livre, que são formados depois do consumo da farinha.

AUMENTA A PROCURA POR CORANTES NATURAIS

O interesse por pigmentos naturais se deve, às reações que a substâncias artificiais podem provocar como manifestações na pele bem parecida com as de um processo alérgico. A grande vantagem, segundo o especialista Paulo Roberto Carvalho, pesquisador em SP, seria evitar o uso de aditivos químicos.
O amaranto por exemplo que é o corante sintético mais utilizado no Brasil, foi suspenso temporariamente nos EUA e proibido na Europa. O importante é que a produção seja criteriosa. Do contrário, até o natural pode ser tóxico.
Os corantes naturais têm função única de tingir os alimentos, a cor é determinante para o sucesso do produto.
Alguns corantes naturais, já desafiam a indústria:

BIXINA
É um carotenóide, assim como o betacaroteno da cenoura, retirado da semente do urucum. Seus tons passam pelo avermelhado e chegam ao marrom-tijolo.



CURCUMINA
Seu amarelo está nos pães, lácteos. O pigmento é extraído da raiz da cúrcuma, cultivados em países como Índia, China e Peru.

 
 
 CLOROFILA
Tons esverdeados estão em qualquer planta. Mas é do espinafre que vem o corante usado para colorir comidas.






ANTOCIANINA
Está na casca da uva o roxo que pinta as bebidas, preparados de frutas e confeitos. Também podemos encontrar na ameixa, framboesa e amora.