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25 de outubro de 2010

Cápsulas com Óleo de Cártamo

 O Óleo de Cártamo é considerado um aliemnto funcional e hoje também está sendo utilizado para redução da gordura corporal.
O Óleo de Cártamo apresenta altos teores de ácidos linoléico, oléico e linolênico. Devido a sua composição em ácidos graxos poliinsaturados apresenta efeitos potenciais sobre a saúde como:

• Emagrecimento – Termogênico
• Redutor de massa gorda corporal
• Redução do LDL
• Redução da diabetes
• Efeitos antioxidantes
Alguns estudos confirmam os benefícios do óleo de Cártamo. Em estudo realizado no Japão, pesquisadores confirmaram a ação termogênica do óleo, pois ouve redução da gordura corporal. Outro estudo realizado nos EUA, mostrou que óleo reduz os níveis de triglicerídeos.
A recomendação do Óleo de Cártamo é até 4 cápsulas ao dia de 1000 mg ou pode utilizar óleo in natura para temperar saladas e fazer algumas preparações culinárias.
Não esqueça de associar o óleo de cártamo a uma alimentação equilibrada e balanceada.

18 de outubro de 2010

AS PLANTAS QUE CURAM


A Vigilância sanitária (ANVISA) divulgou uma lista de 66 espécies de plantas eficazes, com indicações de uso. Estas plantas podem ser utilizadas como prevenção ou tratamento de algumas doenças. Segue algumas delas:

 
• Boldo do Chile: auxilia na digestão, hepatoprotetor, auxilia no ácido úrico;
• Carqueja: Tônica, digestiva, depurativa, emagrecedora, anemia, colesterol, diabetes e auxiliam no tratamento de artrites;
• Espinheira Santa: Gastrite, azia, úlcera, cicatrizante, anti-tumoral;
• Guaco; Expectorante, tosse, bronquite, asma , resfriado, inflamações de garganta;
• Passiflora (folha do maracujá): utilizada para calmante, ansiedade e ajuda no tratamento contra insônia;
• Sucupira: Tônico. Úlceras, dermatoses, sífilis , reumatismo agudo, osteoporose ;
• Valeriana: utilizada para depressão, ansiedade, indutora de sono, estresse e menopausa.

Segue algumas observações importantes:
• Não podemos esquecer que todas as plantas não devem ser utilizadas diariamente por mais de 30 dias.
• Cuidar com a procedência da planta, ver se tem procedência e laudo da ANVISA.
• Gestantes consultar médico ou nutricionista antes de fazer uso contínuo de chás.

27 de setembro de 2010

NOVIDADE DAS FARINHAS

Saiba quais são os benefícios das farinhas!


 Farinha de Berinjela: É um vegetal rico em vitamina A, complexo B e C, cálcio, fósforo e ferro, além de antioxidante como flavonóides presente na casca da berinjela. Auxilia na redução do colesterol e triglicerídeos.

 Farinha de Feijão Branco: a proteína presente no grão inibe o processo de digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue. A faseolamina substância presente no feijão branco ajuda a reduzir o apetite, auxiliando no emagrecimento.

 Farinha de Laranja: Auxilia no emagrecimento, digestão e estimulante geral.

 Farinha de Banana Verde: além de ser rico em vitaminas, minerais e fibras, contém amido resistente (que melhora o funcionamento do intestino). A farinha de banana verde auxilia na redução da glicose, diminuição do apetite, emagrecimento e disbiose intestinal.

 Farinha de Maracujá: Rico em fibras (pectina). Ajuda na redução da glicose e colesterol ruim, regula a flora intestinal e age como moderador de apetite.

 Farinha de Maçã: Rico em vitaminas, minerais e fibras. A farinha de maçã aumenta a sensação de saciedade e reduz o apetite, auxiliando na perda de peso. Auxilia na redução do colesterol e dos triglicerídeos, auxiliando na prevenção das doenças cardiovasculares.

 Farinha de Uva: Rica em fibras e flavonoides. Auxilia na redução do colesterol, antioxidante, previne o envelhecimento e aumenta a imunidade.

Indicação de uso: 1 a 2 c. Sopa/dia
VALE A PENA EXPERIMENTAR!!!

19 de setembro de 2010

DOENÇA CELÍACA

 O que é doença celíaca?

Caracteriza-se pela intolerância ao glúten, principal proteína (gliadina) presente em trigo, aveia, centeio, cevada e malte (subproduto da cevada). Essa intolerância induz a produção de anticorpos ao glúten, que agridem e danificam as paredes do intestino delgado, fazendo com que ele tenha dificuldade de absorver nutrientes (sais minerais, vitaminas e água). Geralmente, a doença se manifesta na infância, mas pode surgir em qualquer idade.

 Não existe cura e o celíaco não pode comer nenhum alimento com glúten durante toda a sua vida.
O único tratamento existente (e totalmente eficaz) é a retirada do glúten da dieta.
Os sintomas mais frequente da doença são: diarréia ou constipação, desnutrição com déficit do crescimento, emagrecimento e falta de apetite, anemia, distensão abdominal (barriga inchada), vômito, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, irritabilidade, fadiga, manchas e alteração do esmalte dos dentes.
para o dignóstico da doença, alguns exames são importantes como D-xilose, dosagem de gordura nas fezes, anticorpos anti-gliadina e biópsia intestinal.
Para o tratamento da doença celíaca é a retirada total do glúten:

Retirar alimentos:  TRIGO, AVEIA, CENTEIO, CEVADA, Croquetes, bolinhos, embutidos e queijos, chocolates, copas de pacote, refrescos comerciais, evitar produtos industrializados, uísque, cerveja, vodca e  OUTROS: creme dental e talco

O que é permitido na dieta :
- Cereais: milho, arroz e canjica
- Farinhas: de arroz, mandioca, milho, fubá, fécula de batata, fécula de mandioca, polvilho doce, polvilho azedo, amaranto e quinua
- Gorduras: gordura vegetal, óleos e margarinas
- Macarrão: de arroz, quinua ou soja
- Laticínios: leite, manteiga, queijo e derivados
- Carnes e ovos: aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes e frutos do mar
- Hortaliças e leguminosas: folhosas, legumes, tubérculos, feijão, cará, inhame, soja, grão de bico, ervilha, lentilha, batata e mandioca
- Frutas: todas, ao natural ou sob a forma de suco

 Por norma, as embalagens devem informar se um produto contém ou não glúten.
Lei de proteção ao celíaco - Lei 10.674 de 16 de maio de 2003 obriga os fabricantes a escrever nas embalagens se contém ou não, glúten nos  alimentos industrializados.

 Fonte:
http://www.celiacos.org.pt/
http://www.riosemglúten.com/

http://www.doencaceliaca.com.br/

7 de agosto de 2010

Pesquisa aponta chimarrão como arma para combater o colesterol!

Bebida típica do gaúcho é mais eficaz contra a gordura do que o chá verde

Saiu esta matéria no site do clicrbs hoje.
A matéria fala de um estudo que foi realizado no Instituto de Cardiologia /RS, onde mostram que o chimarrão  reduz os níveis de LDL (colesterol ruim).
Durante a primeira fase da pesquisa indicou que a bebida é mais eficaz na redução do colesterol do que o chá verde. O estudo constatou que quem tomou um litro de mate diariamente por oito semanas teve o colesterol LDL reduzido em 4,2%, em média, enquanto que quem bebeu chá verde ou chá de maçã não apresentou redução no índice. Quem consumiu chimarrão também perdeu, em média, meio quilo no período.

Os resultados estão sendo apresentados pela nutricionista Bruna Pontin, neste final de semana num congresso de Cardiologia, que está acontecendo em Gramado.
Segundo a cardiologista Vera Portal, professora do programa, a pesquisa revela que, com a redução do colesterol, também se reduzem os riscos de doenças cardiovasculares. Mas ela pondera que o chimarrão não deve ser visto como um remédio.
– Uma pessoa que toma chimarrão por hábito pode estar incrementando um valor a mais de redução de risco de doenças, assim como faz quando tem uma alimentação adequada ou pratica exercícios – esclarece.


Para ver matéria completa, acesse clicrbs!

4 de agosto de 2010

Você sabe o que está comendo? Entendendo rotulagem nutricional!


Com a grande variedade de produtos alimentícios industrializados que encontramos no supermercado, nem sempre é fácil saber exatamente o que estamos comendo e quais os ingredientes e nutrientes contidos nestes alimentos.
É preciso ler os rótulos de alimentos com alegações de diet ou light. Os alimentos diet são formulados para grupos de população com condições fisiológicas específicas, possuindo quantidades insignificantes ou nulas de algum nutriente (por exemplo o açúcar, no caso de diabéticos), enquanto os light apresentam diminuição no valor energético ou na quantidade de algum nutriente em relação a um alimento convencional. Nem o diet e nem o light têm, necessariamente, redução de energia ou açúcar.
Vale lembrar que os valores das porções apresentados na tabela nem sempre correspondem a toda a embalagem do produto e que nem todas as quantidades que parecem poucas em gramas são realmente pequenas. Por isso é importante sempre ler qual a quantidade que corresponde a uma porção do produto e conferir a %VD de cada nutriente. Assim é possível calcular o quanto você está ingerindo daquele nutriente em uma porção e quanto você ainda precisa ingerir ao longo do dia para atingir as recomendações.
Quando não constar o valor para um determinado nutriente, significa que aquele produto não contém uma quantidade significativa daquele nutriente.
Indivíduos com alguma intolerância, alergia alimentar ou outra condição que restrinja o consumo de algum nutriente devem prestar atenção aos ingredientes e nutrientes específicos para sua condição, a fim de evitá-los, como o açúcar (no caso dos diabéticos), o glúten (no caso de indivíduos com doença celíaca) e o sódio (para pessoas hipertensas). Nestes casos em que há um problema de saúde, é importante sempre consultar um médico e/ou uma nutricionista, para dar uma orientação adequada sobre a alimentação.


Lista de Ingredientes: Informa quais são os ingredientes que compõem o produto. Estes ingredientes estão em ordem decrescente, sendo que o primeiro é o que está em maior quantidade no produto e o último ingrediente é aquele que está em menor quantidade.
Prazo de validade: Indica a data na qual o produto não estará mais adequado para o consumo. Muitas vezes alguns produtos têm validades diferentes quando são mantidos fechados e após serem abertos.
• Informação nutricional obrigatória: É a tabela nutricional propriamente dita. Abaixo segue um exemplo de tabela e seus componentes:

Não basta saber apenas o que deve constar no rótulo. É importante saber o significado de cada item presente na tabela nutricional, que são:
• Valor energético: É a energia produzida pelo nosso corpo, proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais
Carboidratos: São os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. Estão presentes em massas, tubérculos, cereais e doces em geral.
Proteínas: São componentes dos alimentos necessários para a construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. São encontrados principalmente em carnes, ovos, leite e derivados e leguminosas.
• Gorduras totais: É a soma de todos os tipos de gordura encontradas em um alimento. As gorduras são as principais fontes de energia do corpo, sendo que 1 g de gordura libera mais que o dobro de energia do que a mesma quantidade de carboidratos e proteínas. Por isso devem ser consumidas com moderação.
Gorduras Saturadas: Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal, como carnes gordas, bacon pele de frango, queijos, manteiga, entre outros. Seu consumo deve ser moderado pois, se consumida em excesso, a gordura saturada pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
Gorduras Trans: Recebem esse nome pelo tipo de estrutura química que possuem e estão presentes em alimentos industrializados, como margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos e alimentos que contenham gordura vegetal hidrogenada em sua composição. Não se deve ingerir mais de 2g deste tipo de gordura por dia, já que ela pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, mais até do que as gorduras saturadas.
Gorduras Insaturadas: podem ser monoinsaturadas (presente no azeite de olva) ou polinsaturadas (presentes em óleos vegetais e gordura de peixe). Não apresentam o mesmo risco para causar doenças cardiovasculares, mas seu consumo também não deve ser exagerado.
Fibra Alimentar: Está presente em diversos alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, feijões e alimentos integrais. Sua ingestão auxilia no funcionamento do intestino e na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como hipercolesterolemia. Procure consumir alimentos com maior %VD (% do valor diário recomendado) de fibras.
Sódio: Está presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados. Deve ser usado com moderação já que seu consumo excessivo pode causar hipertensão arterial.

28 de julho de 2010

Pinho Coreano - Promote Diminuir o apetite

Chega ao Brasil um suplemento natural para ajudar a maneirar nas refeições.
O laboratório Galena traz ao Brasil um reforço para quem busca controlar a alimentação. Trata-se de um nutracêutico à base de pinho coreano (chamando de PINNO THIN) que consumido antes do almoço e janta, pode diminuir a fome.
este produto é extraído do óleo da castanha do pinho. "Estimula a liberação de hormônios produzidos no tubo digestivo responsável por avisar o cérebro que estamos satisfeitos".
Ele vai ser vendido em sachês, que poderá ser misturado em água, sucos, shakes,...

Deve ser usado sob orientação e nunca esquecer da reeducação alimentar e exercícios!

Quais as diferenças entre os tipos de ARROZ?

Recebi por e-mail uma sugestão de matéria. Quais as diferenças entre os tipos de arroz:

INTEGRAL: Este tipo mantém a camada externa do grão, o farelo. Conserva suas propriedades nutritivas na casaca, como as vitaminas do complexo B. É uma ótima fonte de fibras, que evitam os picos de açúcar no sangue.

POLIDO ou BRANCO: é o nosso arroz do dia-a-dia. Ele é pobre em fibras e ainda perde quantidades de ferro, fósforo, potássio, manganês e magnésio. Este arroz é somente fonte de carboidrato e proteína.

PARBOILIZADO: Este arroz para por um processo de tratamento, ele é colocado com casca, em água fervente dentro de tanques. Há controvérsias se durante este tratamento as vitaminas e minerais acabam no líquido antes do refino ou se à água fervente leva os nutrientes para dentro do grão.

CATETO: o arroz cateto ele caracteriza-se, pois matem o grão intacto, preservando a sua película e o gérmen, onde se encontram a maior parte dos nutrientes. Os grãos são curtos, curvados e translúcidos, com maior quantidade de amido, que o tornam mais macios e cremosos.

ARBÓREO: Utilizado em preparações para risoto, contém bastante amido, que fornece a consistência cremosa ao arroz.

VERMELHO: é u arroz pouco utilizado na culinária, mas o grão é altamente nutritivo e benéfico à saúde. Na sua composição encontra-se a monocolina (estatina natural), substância que pode auxiliar na redução do nível de colesterol, LDL-Colesterol e VLDL-colesterol no sangue, que podem causar infartos e derrames cerebrais.

15 de julho de 2010

Conheça alguns fatores que podem atrapalhar a perda de peso

Muitas vezes seguimos corretamente a dieta, fazemos atividade física e não conseguimos baixar peso! Esta dificuldade pode estar relacionada a desequilíbrios hormonais e doenças crônicas que alteram o nosso metabolismo. Remédios, comidas light ou diet, alergias, pesticidas, entre outros podem facilitar o acúmulo de gordura ou frear o processo de emagrecimento.

Remédios: Antibióticos, antidepressivos, antipsicóticos, anti-hipertensivos, anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal (TRH) são apenas alguns dos medicamentos que podem fazer o organismo acumular alguns quilinhos. O ganho de peso acontece por vários motivos. Alguns remédios interferem com a qualidade do sono e aumentam a fome, outros aumentam o cansaço e diminuem a disposição para os exercícios, e a maioria favorece a retenção de líquidos. Se o ganho de peso foi expressivo (mais de três quilos em um mês), o ideal é conversar com um médico.

Excesso de comidas dietéticas: Além de ricos em corantes, adoçantes e outros aditivos químicos, a maioria dos diet e light não tem o mesmo sabor que o original. Criam uma insatisfação crônica e podem detonar compulsões alimentares. Corantes e adoçantes também estão associados à retenção de líquidos.

Calorias químicas: Pesticidas e substâncias tóxicas encontradas em plásticos, tintas, produtos de limpeza, tapetes e colchões podem, ao longo dos anos, afetar os sistemas endócrino e imunológico, causando alergias e intolerâncias alimentares.

Alergias: A inflamação crônica causada por alergias alimentares ou respiratórias pode diminuir a eficácia com que o corpo metaboliza gorduras. Além disso, aumentam a retenção hídrica. Latícinios, soja, glúten, enlatados, corantes amarelos, sulfitos, frutos do mar e amendoim são os responsáveis pela maioria dos casos de alergia alimentar.

Noites mal dormidas: A falta de sono aumenta o apetite, pois altera o funcionamento de dois hormônios que regulam a fome e a saciedade. Também pode causar a resistência à insulina, quadro que aumenta a fome e dificultando a perda de peso e pode causar diabetes e doenças cardiovasculares.