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15 de julho de 2013

22° SEMANA GESTACIONAL - ECOGRAFIA MORFOLÓGICA E PAGAMENTO EXTRA NO PARTO



ECOGRAFIA MORFALÓGICA
 
Nesta semana realizei a ecografia morfológica.

Este exame deve ser feito entre 20 a 22 semanas de gestação e é feito um estudo detalhado dos diferentes órgãos para verificar eventuais malformações, como:


  • Mielomeningocele
  • Anencefalia
  • Hidrocefalia
  • Cardiopatias Congênitas maiores
  • Hérnia Diafragmática
  • Anormalidades dos membros
  • Onfalocele/gastrosquise
  • Malformações Renais


Neste exame também pode ser confirmado o sexo do bebê.

Eu realizei este exame na Ecoclínica com a Dr. Maria Carolina Mezzomo (excelente ginecologista). Tenho feito todas as minhas ecos com a Dr. Maria Caro, além da ecoclínica ela atende na Femina.





CONSULTA AO GINECOLOGISTA:

Bom outro assunto agora tratado na consulta com o meu gineco foi sobre o parto:
- Cesárea ou parto normal
- Hospital
- Valor pago para o gineco + auxiliar para realização do parto (fora o convênio)* Detalhe o médico não dá recibo!
- Anestesista
- Pediatra (quem escolher?)


*A cobrança é considerada indevida pela Agência Nacional de Saúde e pelo Procon. Mas segundo o representante do Conselho Federal de Medicina a cobrança não é ilegal, já que alguns planos de saúde não oferecem o serviço de urgência para gestantes. Por isso, o pagamento do honorário médico para o acompanhamento do trabalho de parto fica a cargo da paciente, caso o obstetra não esteja de plantão. “Mediante o recibo, a paciente poderá ter o ressarcimento junto ao plano, seja integral ou parcial”, completou.


GANHO DE PESO NA GESTAÇÃO

Bom, eu estou cuidando bastante da minha alimentação e mesmo assim já aumentei 7 Kg em 5 meses. Me assutei um pouco com o meu ganho de peso, mas agora estou com peso adequado para semana gestacional na curva de Atalah.

Minha meta para as próximas semanas (2° e 3° trimestre) – aumentar no máximo  400g/semana.
- Constinuo usando o Natele (suplemento)
- Muita fruta durante o dia
- 2 castanhas do pará ao dia


12 de julho de 2013

FARINHA DE FEIJÃO BRANCO - Grande aliada na perda de peso

Estudos revelam que a proteína faseolamina é a principal responsável pela perda de peso que a ingestão desta farinha gera. Isto porque ela inibe o processo de digestão de carboidratos, ou seja, diminui a absorção de açúcar no sangue. "Mas isso só acontece se for consumido sob a forma de farinha e se não for cozido. Pesquisas mostram que diminui em até 20% a absorção de carboidratos consumidos numa refeição", ressalta Roseli Ueno Ninomiya, que ainda lembra que o consumo da farinha previne contra a diabetes.
O consumo deve ser de uma colher de chá rasa diluído em um copo de água antes do almoço e do jantar ou, no máximo, duas vezes ao dia "Não adianta querer aumentar a quantidade para a maior perda de peso, pois o efeito é o mesmo, não fará emagrecer mais. Se consumir em excesso pode apresentar diarréia, problemas intestinais e náuseas", alerta.

Valor médio: R$ 4,30 cada 100g

11 de julho de 2013

21° SEMANA GESTACIONAL - SAÚDE BUCAL





SANGRAMENTO DE GENGIVAS – Saúde Bucal


Na gestação é muito comum começar a sangrar a gengiva quando escovamos os dentes. Uma das causas é a gengivite- inflamação na gengiva, deixando a gengiva vermelha e inchada, outra causa que pode ser - é que durante a gestação a mulher retém mais líquidos, o que favorece a formação de edemas, desencadeando sangramentos.

Enquanto lia sobre este assunto para fazer a matéria – vários artigos falaram sobre Diabetes e sangramento da gengiva. Então caso este sangramento não pare – procure seu médico.

O ideal para amenizar o sangramento e evitar cáries durante a gestação é reduzir o consumo de:

  • doces
  • balas
  • refrigerantes
  • carboidratos (massa, pão, arroz,...)

Aumentar o consumo de fibras e grãos integrais.  

Vá ao seu dentista e pocure manter a sua saúde bucal em dia!




10 de julho de 2013

Beauty Drinks - Fazem bem por dentro e ainda cuidam por fora

Na Corpore Sano você encontra as bebidas do momento!
O refresco da sua tarde enriquecido com vitaminas e minerais.
Fazem bem por dentro e ainda cuidam por fora!


Nos sabores:

HIDRATAR: Pera, chpa verde e água de coco

VITAMINAR: Framboesa açaí e blueberry

FORTALECER: Lichia e chá branco

JOVEM TODO DIA: Hibiscus, açaí e uva

PURIFICAR: Pepino, limão e aloe vera

ESTIMULAR: Laranja, tangerina, acerola e guaraná

ALEGRAR: Nectarina e chá vermelho

EQUILIBRAR: Amora, maracujá, limão e capim-santo


9 de julho de 2013

Despertando o gosto por frutas e verduras no bebê x crianças viciadas em junk food




Já é de conhecimento popular que a alimentação da mãe durante a gestação influência nos gostos dos bebês posteriormente.

Enquanto os pais se esforçam para despertar o interesse dos filhos por frutas e vegetais, um novo estudo aponta que a aceitação desse tipo de alimento tem início ainda na gestação.
Os pesquisadores descobriram que gestantes que possuem uma alimentação mais variada estão menos propensas a ter bebês com paladares exigentes. Ainda, eles identificaram que os bebês aceitam com mais facilidade os alimentos que a mãe consome regularmente durante a gestação e a amamentação.
“A pesquisa mostra claramente que, se as mães ingerirem muitas frutas durante a gestação e a amamentação, seus filhos terão muito mais facilidade em consumir frutas durante o desmame. O mesmo vale para os vegetais. Os bebês são biologicamente atraídos por alimentos que contenham sal e açúcar, mas o mesmo não acontece com alimentos amargos, como vegetais verdes”, explica a pesquisadora Julie Mennella, do Monell Centre, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
Então, para que as crianças se interessem por novos sabores, a pesquisadora sugere que eles sejam expostos a uma grande variedade de frutas e verduras para que possam aprender a apreciá-los. E a boa notícia, de acordo com o jornal britânico The Daily Mail, é que eles assimilam alimentos saudáveis bem cedo.
“O segredo é, coma os alimentos saudáveis de que você gosta e quando o bebê estiver na fase do desmame ele estará familiarizado com aqueles sabores”, complementa Mennella.
Testes que comprovam
A pesquisa, apresentada na conferência anual da American Association for the Advancement of Science, trabalhou com 46 bebês com idade entre seis meses e um ano.
Um dos primeiros testes buscava avaliar se eles se interessavam por um cereal com sabor de cenoura. Os pesquisadores notaram que os bebês cujas mães beberam suco de cenoura diversas vezes durante a gravidez consumiram mais de 80 gramas de cereal. Por outro lado, o restante dos bebês ingeriu apenas 44 gramas.
Em outro teste, os bebês consumiram ervilhas durante oito dias. No primeiro dia, eles comeram uma média de 50 gramas, mas, com o passar do tempo, a quantidade ingerida aumentou para 80 gramas.
De acordo com a pesquisadora, esses resultados revelam que o segredo não está em mascarar certos alimentos no preparo dos pratos, mas, sim, fazer com que a criança aprenda a gostar do sabor de frutas e vegetais independentemente de outros alimentos.

“Independente se a criança é amamentada ou não, ela pode aprender logo que o desmame começa. Se os bebês forem repetidamente expostos a frutas e vegetais, logo eles começarão a aceitar esses alimentos. Por volta dos dois anos, não há motivo nenhum que impeça uma criança de ter uma dieta tão variada quanto um adulto”, finaliza a Dra. Julie Mennella.


Também não é de surpreender que pesquisadores tenham descoberto que a ingestão de comidas ricas em gorduras e açúcares por parte das gestantes pode transformar os bebês em viciados em junk food.
O estudo realizado na Austrália e divulgado no jornal The Daily Mail ainda aponta que esse tipo de alimento tem o mesmo efeito químico que drogas como o ópio, a heroína e a morfina podem causar no organismo. Isso demonstra que os impulsos causados por comidas gordurosas representam, de fato, um vício.
No caso das gestantes, os pesquisadores descobriram que esse tipo de hábito pode resultar em alterações no desenvolvimento do cérebro dos bebês. Essas mudanças fazem com que as crianças fiquem menos sensíveis à opióides, substâncias que são liberadas quando ingerimos alimentos ricos em gorduras e açúcares. Esse processo faz com que os pequenos desenvolvam uma tolerância à substância e precisem ingerir quantidades maiores de junk food para se sentirem plenamente satisfeitos.
“Esse estudo mostra que o vício em junk food realmente existe. É triste admitir que a ingestão de porcarias durante a gestação transforme as crianças em viciados em junk food”, admite Dr. Gerald Weissmann, editor do periódico Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology.
Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram dois grupos de filhotes de ratos. O primeiro deles havia passado por uma gestação com uma alimentação adequada para animais e o segundo grupo de ratos havia sido alimentado com junk food humana durante a gestação e amamentação.
Depois de realizar uma série de testes, os cientistas concluíram que os animais afetados pelas porcarias administradas às mães tinham uma menor sensibilidade aos opióides, o que os levava a consumir mais comidas doces e gordurosas.
“Os resultados dessa pesquisa nos permitirão informar melhor as gestantes sobre os efeitos a longo prazo que sua dieta tem no desenvolvimento das preferências das crianças e nos riscos de doenças metabólicas. Com sorte, isso encorajará as mães a fazerem escolhas alimentares mais saudáveis que levarão a crianças mais saudáveis”, explicou Dr. Beverly Muhlhausler, da Universidade de Adelaide, na Austrália.

8 de julho de 2013

20° SEMANA GESTACIONAL: USO DE ADOÇANTES


ADOÇANTES NA GESTAÇÃO
Este é um tema bem polêmico entre as gestantes, pois há poucos estudos nesta área.
O uso de adoçantes na gestação deve ser restrito para gestantes com diabetes ou com obesidade.
Devemos também ficar atentas nos produtos light que consumimos, pois estes contêm adoçantes em sua composição.
Baseado nas últimas evidências o adoçante mais indicado seria o estévia e o sucralose (são adoçantes naturais)
 
Referências: Feitosa, Alina Coutinho Rodrigues. Aplicação de programa educativo multidisciplinar em gestações de alto risco devido a doenças endócrinas. Ver. Bras. Ginecol. Obstet., Out 2010, vol.32, no.10, p.504-509

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou recentemente uma lista com as limitações no uso dos edulcorantes para a população em geral. Para as gestantes as limitações são as mesmas. Vamos conhecê-las:

Sacarina:
É uma substância capaz de atravessar a barreira placentária de forma limitada e estudos em animais não mostraram efeito teratogênico, ou seja, não é capaz de provocar anomalias ou má formação no desenvolvimento do feto durante a gestação. Porém como ainda existem poucos estudos comprovando ou não o risco da sacarina para fetos humanos, o uso deste adoçante deve ser evitado durante a gestação de forma preventiva.
O limite diário máximo recomendado pela ANVISA é 5mg por quilo de peso. Não existem recomendações oficiais quanto ao uso de sacarina durante a amamentação, sendo prudente evitá-la.

Ciclamato:
Suspeita-se que o ciclamato possa causar efeito negativo na construção genética da célula. Porém, até hoje não existem relatos de má formação e problemas comportamentais nos fetos expostos ao ciclamato. Não existem dados disponíveis para recomendar seu uso durante a lactação.
O limite máximo diário de ciclamato segundo a ANVISA é de 11mg por quilo de peso.

Aspartame:
Segundo os estudos a ingestão de produtos que contenham aspartame durante a gestação é considerada segura, desde que não haja excesso no consumo. No entanto, poucos estudos têm avaliado este tema e a maioria dos profissionais de saúde optam por restringir o aspartame na gestação. O consumo de aspartame pela nutriz provoca pequena elevação nos níveis de aspartato e fenilalanina no leite, devendo ser então evitado no período da amamentação.
O limite máximo segundo a ANVISA é de 40mg por quilo de peso.

Sucralose:
Segundo a FDA ( Food and Drug Administration)  a sucralose não apresenta risco de provocar câncer, problemas neurológicos ou reprodutivos para os seres humanos. Porém ainda não há dados sobre o consumo durante a gestação e lactação.

Acessulfame-K:
Este não é um adoçante considerado tóxico, causador de câncer ou mutações genéticas em animais. Não existem estudos em seres humanos sobre o uso deste adoçante na gestação ou lactação.
Desta forma o limite máximo recomendado pela ANVISA é de apenas 15mg por quilo de peso.

Steviosídeo (Stévia)
Em animais não existe efeitos deletérios durante a gestação. Não foi oficialmente classificado pela FDA quanto a possíveis riscos na gravidez, e também não há dados disponíveis sobre o consumo durante a lactação.
O que observamos é o que maior risco no uso destes produtos talvez seja o consumo indiscriminado e excessivo, já que as pessoas acreditam que os adoçantes “não engordam” por isso são “saudáveis”. Na verdade o uso e a indicação são restritos, principalmente na gestação, orientado sempre pelo médico ou nutricionista.