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7 de agosto de 2010

Pesquisa aponta chimarrão como arma para combater o colesterol!

Bebida típica do gaúcho é mais eficaz contra a gordura do que o chá verde

Saiu esta matéria no site do clicrbs hoje.
A matéria fala de um estudo que foi realizado no Instituto de Cardiologia /RS, onde mostram que o chimarrão  reduz os níveis de LDL (colesterol ruim).
Durante a primeira fase da pesquisa indicou que a bebida é mais eficaz na redução do colesterol do que o chá verde. O estudo constatou que quem tomou um litro de mate diariamente por oito semanas teve o colesterol LDL reduzido em 4,2%, em média, enquanto que quem bebeu chá verde ou chá de maçã não apresentou redução no índice. Quem consumiu chimarrão também perdeu, em média, meio quilo no período.

Os resultados estão sendo apresentados pela nutricionista Bruna Pontin, neste final de semana num congresso de Cardiologia, que está acontecendo em Gramado.
Segundo a cardiologista Vera Portal, professora do programa, a pesquisa revela que, com a redução do colesterol, também se reduzem os riscos de doenças cardiovasculares. Mas ela pondera que o chimarrão não deve ser visto como um remédio.
– Uma pessoa que toma chimarrão por hábito pode estar incrementando um valor a mais de redução de risco de doenças, assim como faz quando tem uma alimentação adequada ou pratica exercícios – esclarece.


Para ver matéria completa, acesse clicrbs!

4 de agosto de 2010

Você sabe o que está comendo? Entendendo rotulagem nutricional!


Com a grande variedade de produtos alimentícios industrializados que encontramos no supermercado, nem sempre é fácil saber exatamente o que estamos comendo e quais os ingredientes e nutrientes contidos nestes alimentos.
É preciso ler os rótulos de alimentos com alegações de diet ou light. Os alimentos diet são formulados para grupos de população com condições fisiológicas específicas, possuindo quantidades insignificantes ou nulas de algum nutriente (por exemplo o açúcar, no caso de diabéticos), enquanto os light apresentam diminuição no valor energético ou na quantidade de algum nutriente em relação a um alimento convencional. Nem o diet e nem o light têm, necessariamente, redução de energia ou açúcar.
Vale lembrar que os valores das porções apresentados na tabela nem sempre correspondem a toda a embalagem do produto e que nem todas as quantidades que parecem poucas em gramas são realmente pequenas. Por isso é importante sempre ler qual a quantidade que corresponde a uma porção do produto e conferir a %VD de cada nutriente. Assim é possível calcular o quanto você está ingerindo daquele nutriente em uma porção e quanto você ainda precisa ingerir ao longo do dia para atingir as recomendações.
Quando não constar o valor para um determinado nutriente, significa que aquele produto não contém uma quantidade significativa daquele nutriente.
Indivíduos com alguma intolerância, alergia alimentar ou outra condição que restrinja o consumo de algum nutriente devem prestar atenção aos ingredientes e nutrientes específicos para sua condição, a fim de evitá-los, como o açúcar (no caso dos diabéticos), o glúten (no caso de indivíduos com doença celíaca) e o sódio (para pessoas hipertensas). Nestes casos em que há um problema de saúde, é importante sempre consultar um médico e/ou uma nutricionista, para dar uma orientação adequada sobre a alimentação.


Lista de Ingredientes: Informa quais são os ingredientes que compõem o produto. Estes ingredientes estão em ordem decrescente, sendo que o primeiro é o que está em maior quantidade no produto e o último ingrediente é aquele que está em menor quantidade.
Prazo de validade: Indica a data na qual o produto não estará mais adequado para o consumo. Muitas vezes alguns produtos têm validades diferentes quando são mantidos fechados e após serem abertos.
• Informação nutricional obrigatória: É a tabela nutricional propriamente dita. Abaixo segue um exemplo de tabela e seus componentes:

Não basta saber apenas o que deve constar no rótulo. É importante saber o significado de cada item presente na tabela nutricional, que são:
• Valor energético: É a energia produzida pelo nosso corpo, proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais
Carboidratos: São os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. Estão presentes em massas, tubérculos, cereais e doces em geral.
Proteínas: São componentes dos alimentos necessários para a construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. São encontrados principalmente em carnes, ovos, leite e derivados e leguminosas.
• Gorduras totais: É a soma de todos os tipos de gordura encontradas em um alimento. As gorduras são as principais fontes de energia do corpo, sendo que 1 g de gordura libera mais que o dobro de energia do que a mesma quantidade de carboidratos e proteínas. Por isso devem ser consumidas com moderação.
Gorduras Saturadas: Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal, como carnes gordas, bacon pele de frango, queijos, manteiga, entre outros. Seu consumo deve ser moderado pois, se consumida em excesso, a gordura saturada pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
Gorduras Trans: Recebem esse nome pelo tipo de estrutura química que possuem e estão presentes em alimentos industrializados, como margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos e alimentos que contenham gordura vegetal hidrogenada em sua composição. Não se deve ingerir mais de 2g deste tipo de gordura por dia, já que ela pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, mais até do que as gorduras saturadas.
Gorduras Insaturadas: podem ser monoinsaturadas (presente no azeite de olva) ou polinsaturadas (presentes em óleos vegetais e gordura de peixe). Não apresentam o mesmo risco para causar doenças cardiovasculares, mas seu consumo também não deve ser exagerado.
Fibra Alimentar: Está presente em diversos alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, feijões e alimentos integrais. Sua ingestão auxilia no funcionamento do intestino e na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como hipercolesterolemia. Procure consumir alimentos com maior %VD (% do valor diário recomendado) de fibras.
Sódio: Está presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados. Deve ser usado com moderação já que seu consumo excessivo pode causar hipertensão arterial.