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25 de abril de 2011

Comprimidos Probióticos

  Chegam ao Brasil as primeiras pastilhas mastigáveis com lactobacilos que colonizam e protegem a flora intestinal.

Os médicos estimam cada vez mais os probióticos, produtos que abrigam bactérias do bem prontas para povoar o intestino. O motivo é que uma flora em ordem assegura a absorção de nutrientes, reforça o sistema imune, afasta diarreias e prisão de ventre, além de limitar o aparecimento de males mais sérios, como tumores. Para facilitar a vida de quem busca esse reforço ou quer uma alternativa aos leites fermentados, o laboratório sueco Ferring lança no país comprimidos mastigáveis com um tipo de lactobacilo obtido do leite materno. As pastilhas fornecem a quantidade diária desse tipo de micro-organismo recomendada para zelar pelo intestino. "Elas são indicadas a pessoas com a flora normal, mas sobretudo àquelas com algum problema intestinal ou que tenham tomado antibiótico.", diz Flavio Steinwurz, diretor do Departamento de Gastroenterologia da Associação Paulista de Medicina.
Cada comprimido do probiótico desenvolvido pelo laboratório Ferring contém cerca de 100 milhões de lactobacilos. Essa é a dose sugerida para garantir diariamente a preservação da flora intestinal.
 
 
 
Fonte: Revista Saúde

16 de abril de 2011

As gorduras da FELICIDADE e as da DEPRESSÃO!

As insaturadas, do azeite de oliva, do abacate e do salmão, afastam a tristeza profunda. Já as trans e as saturadas, dos doces e da carne vermelha, aumentam em até 50% o risco de a doença aparecer.

Esqueça aquela história de afogar as mágoas devorando um sorvete ou um pastel. A tática piora a situação e, agora, isso está provado cientificamente. E atenção: não só porque engordam, abalando de vez a autoestima. "Os ácidos graxos trans, presentes nessas comidas, aumentam em até 50% o risco de depressão", revela a epidemiologista Almudena Villegas, da Universidade Las Palmas, na Espanha, que pesquisa a substância há anos e acaba de divulgar seu último trabalho. "Quanto maior a quantidade ingerida, maior o risco de ficar deprimido", diz.
 A lista de alimentos na corda bamba inclui industrializados como biscoitos, sorvetes, margarinas, salgadinhos e frituras. Eles recebem altas doses de gordura trans para se tornar crocantes. Uma vez dentro do corpo, aumentam o colesterol ruim e fazem um mal danado ao coração — além de prejudicarem os mecanismos cerebrais envolvidos no controle do humor. As gorduras saturadas, da carne vermelha, também foram enquadradas. Assim como as trans, elas têm um elo estreito com a depressão. E, de novo, quanto mais são consumidas, pior.
Felizmente, há outros ácidos graxos que combatem os efeitos nefastos da tristeza patológica. Os insaturados, do azeite de oliva e do abacate, têm esse papel. "O consumo de 20 gramas diários do óleo de oliva foi associado a uma probabilidade até 30% menor de ocorrência do problema", afirma Almudena. "Isso ocorre porque suas gorduras facilitam a passagem de informações entre os neurônios. Assim, evitam falhas que poderiam desencadear o transtorno", explica o psiquiatra Sérgio Klepacz, do Hospital Samaritano de São Paulo. "Já as trans dificultam a comunicação entre as células nervosas, porque envolvem a membrana do neurônio e o tornam menos fluido." E, se o fluxo de mensagens ali míngua, é quase certo que a depressão sem fim vá se instalar.
Mas como é, enfim, que uma simples escolha alimentar pode desencadear ou piorar os sintomas de uma doença tão complexa como a depressão? A resposta é complicada e passa, inclusive, por mecanismos envolvidos na fabricação de substâncias lá no coração. "As gorduras trans e saturadas aumentam a produção de moléculas denominadas citocinas. Elas são pró-inflamatórias e promovem alterações no endotélio, membrana que reveste internamente o tecido cardíaco", conta Almudena. O problema é que o tal do endotélio é responsável pela síntese de uma proteína conhecida como BDNF, superimportante para o crescimento e a capacidade de regeneração dos neurônios. Dessa forma, se ele não trabalha direito, desencadeia uma reação que se reflete nas células nervosas, que, sem conseguir se comunicar direito, deixam o caminho livre para o tempo fechar.

"As citocinas também interferem na ação dos neurotransmissores, as moléculas que atuam no processo de transmissão nervosa", completa a pesquisadora espanhola. Elas diminuem a disponibilidade de substâncias precursoras da serotonina, neurotransmissor que age como um papa do bem-estar. E aí o corpo fica a um passo da depressão. "As causas da doença ainda não estão completamente determinadas", afirma a psiquiatra Sandra Carvalhais, presidente da Associação Mineira de Psiquiatria. "Mas sabemos que alterações neuroquímicas, sobretudo o desequilíbrio das funções dos neurotransmissores, estão relacionadas ao seu desenvolvimento." Tanto que os remédios antidepressivos atuam, primordialmente, na tentativa de balancear essas alterações.
Só não vale extrapolar e achar que a fritura do final de semana é responsável por qualquer baixo-astral. "A enfermidade tem várias causas, e o que a caracteriza não é apenas o maior grau de tristeza", esclarece o psiquiatra José Romildo Bueno, diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria. "O deprimido perde as expectativas, vê-se sem horizontes, sentese impotente, incapaz e tem elevado grau de pessimismo." Além disso, sofre com a perturbação dos estados de sono e de vigília, com a alteração do apetite e da libido, com a perda de concentração e com a sensação de que o tempo não passa.
Ainda bem que, como os cientistas espanhóis descobriram, nem todas as gorduras foram colocadas na linha de fogo da saúde mental e algumas podem contrabalançar esses tristes danos, como é o caso das insaturadas. Elas beneficiam a cachola em duas frentes. "Primeiro, agem como antioxidantes e anti-inflamatórios, combatendo os radicais livres que promovem inflamações pelo corpo", lembra Almudena. Assim, protegem o endotélio — aquele, lembre-se, ligado à produção de uma proteína importante para o equilíbrio mental — contra o ataque das gorduras maléficas. "Segundo, facilitam o encaixe da serotonina a seus receptores cerebrais, o que agiliza a transmissão dos impulsos nervosos", completa.
Agora que a gente sabe quais gorduras fazem parte de cada time, não é difícil se precaver. Vale o alerta, no entanto, de que mudar a composição do prato não soluciona o problema, caso ele já tenha marcado presença. "Uma dieta mais equilibrada ajuda, mas não acaba com a depressão. O tratamento nutricional deve ser coadjuvante dos métodos tradicionais", alerta o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. E, se dá para comer e ficar mais feliz, por que não tentar?

OUTROS NUTRIENTES DO BEM-ESTAR
Assim como as gorduras insaturadas, eles melhoram a ação dos neurotransmissores e evitam o mau humor

FOLATO
A deficiência dessa vitamina contribui para falhas na fabricação de neurotransmissores, principalmente a serotonina, que dá um barato natural.

TRIPTOFANO
Esse aminoácido é precursor da serotonina. Sem triptofano, a produção dessa substância é insuficiente.

B6
A vitamina entra na receita das enzimas responsáveis pela síntese de substâncias químicas nervosas que regulam nosso estado de espírito.

B12
Atua na prevenção dos sintomas da depressão e ajuda a afastar os pensamentos negativos e a fadiga provocados pela doença.

ÔMEGA-3
"Essa gordura melhora a transmissão neuronal e a capacidade do sistema nervoso de se adaptar a alterações", explica a nutricionista Luciane Felix, do Conselho Regional de Nutricionistas do Distrito Federal. Além disso, o ômega-3 dá um chega pra lá em substâncias por trás de inflamações. As futuras mamães têm de caprichar no consumo de suas fontes. Isso porque esse ácido graxo tem participação crucial no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê.

Fonte: Revista Saúde

8 de abril de 2011

CREATINA = BOM PARA (Ganhar Massa e Energia)

Creatina é composta de três aminoácidos (arginina, metionina e glicina).
Em 2007, a Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva publicou uma revisão científica, onde relatam que a creatina é o suplemento mais estudado e mais eficiente para aumentar o desempenho físico e ganho de massa magra, ou seja, ajuda  a turbinar a força durante o treino.
A foi liberada o ano passao pela ANVISA, mas a recomendação é utilizar no máximo por 3 meses.

A creatina é vendida de 3 formas: em pó, cápsulas e tabletes.
O preço vai variar em torno de R$ 60,00 a  100,00, dependendo da quantidade, marca e se a creatina é pura.

Até mais!
Clarisse