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28 de maio de 2014

Farinhas: trigo, aveia e milho



Tortas, pães, bolos, rocamboles... Se há um ingrediente que não pode faltar nessas receitas é a farinha, e a mais popular é a farinha de trigo refinada (ou branca). Esta farinha é composta apenas pela parte interna do grão, sendo pobre em fibras e vitaminas, além de não auxiliar no controle da glicemia (quantidade de açúcar no sangue) e nem da saciedade.
Já a farinha de milho é obtida por meio da moagem do grão. Possui as tais fibras que contribuem para o trânsito intestinal, e amido resistente, substância que passa praticamente intacta pelo aparelho digestivo e não causa picos de glicose.




Destaque mesmo é a farinha de aveia! Ela possui uma fibra especial, a betaglucana, que auxilia na redução do colesterol, sem contar que do trio, ela é a que mais tem proteínas.




A grande questão é que, dependendo do preparo, as farinhas integrais, como as de milho e aveia, interferem no resultado, pois são mais pesadas. O jeito é misturá-las à de trigo refinada, garantindo pelo menos parte dos benefícios.
 Os valores se referem a 50g das farinhas, o que equivale a 1/4 de xícara

PLACAR
TRIGO          MILHO          AVEIA
1        X         1        X          4
Fonte: Revista Saúde 05/2014

Coração blindado com óleo de peixe

Há muito se comenta os benefícios do óleo de peixe para o coração.

A novidade é que estudos mostram que ele deixaria o órgão mais preparado para lidar com as consequências de um ataque cardíaco.

Para o projeto, o farmacêutico Alcione Lescano de Souza Júnior em sua tese de doutorado pela USP, ofereceu a cobaias o óleo de soja, água e sal ou óleo de peixe durante 20 dias. Após isso, foram induzidas a sofrer um ataque cardíaco. O resultado foi que o grupo do óleo de peixe apresentou uma área de infarto 23% menor em relação aos demais animais. Houve, em especial, uma perda inferior de células contráteis, aquelas que ajudam a bombear o sangue, o que diminui o risco de morte. Ao que tudo indica, a gordura benéfica do óleo de peixe deixa as células com mais energia para desempenhar suas funções. Mesmo em situações adversas, como em um infarto, elas continuariam trabalhando. O efeito também traria vantagens no caso de uma cirurgia cardíaca, reduzindo a possibilidade de complicações. 

Ainda falta a realização de testes em seres humanos, por isso a necessidade de cautela no seu consumo e prescrição. 

O recomendado é que o consumo de óleo de peixe seja de 1 a 2 cápsulas de 1000mg ao dia.

Fonte:Revista Saúde 05/2014

7 de maio de 2014

Alimentação saudável no inverno: um plus para vencer a balança



Nessa época do ano, quando as estações proporcionam baixas temperaturas, as pessoas parecem sentir mais apetite e a procura por alimentos que satisfaçam essa necessidade é ainda maior.
No verão temos a impressão de gastarmos mais energia por suarmos mais. Mas o que o corpo está fazendo é liberar o calor que está “sobrando”. No inverno a temperatura “cai”. Nós temos o nosso tecido gorduroso que tem um importante papel de manter a temperatura do nosso corpo. O corpo gasta muito mais energia para manter a temperatura corpórea do que mantê-la.
Isso acontece, de maneira geral, porque no inverno o organismo tem um maior gasto calórico para manter a temperatura corporal. Mas, no Brasil, não é bem assim que funciona. Para os brasileiros, a variação de gasto calórico não chega a 10%, afinal as temperaturas não sofrem uma queda tão brusca, o que não justifica uma queima excessiva de calorias.
Para repor essa energia o nosso corpo “pede” comida já que é através dela que obtemos nossa primeira fonte de energia. Sendo a energia rápida proveniente dos carboidratos como massas, pão, bolo, torrada, arroz, etc; e também dos doces, fica claro aquele desejo incontrolável.
O principal fator relacionado ao aumento do apetite na estação é a parte emocional e, consequentemente, a relação que cada um tem com os alimentos. Algumas pessoas buscam na comida quente e mais calórica preencher alguma necessidade afetiva, mais comum nesta época do ano.
O que tem que ficar bem claro é que o desejo de comer não está só na necessidade de repor energia, mas também nas nossas cabeças. Se inverno nos lembra queijos variados com vinho e você não controlar a quantidades desses petiscos, não será esse gasto a mais do nosso corpo que conseguirá deixar a nossa balança (quanto comemos e quanto gastamos) equilibrada. Esse gasto de energia a mais é mínimo perto da quantidade de calorias que ingerimos nesses alimentos. Portanto se não tomarmos cuidado o ponteiro da balança subirá sem ao menos percebermos, já que as roupas de inverno são mais largas. Outro agravante é a preguiça que o friozinho nos dá. Não são todas as pessoas que tem ânimo de chegar à noite e ir para uma academia com esse frio. Mas deveria.  
Se o seu objetivo é emagrecer aproveite que o nosso corpo está gastando mais energia e programe-se para perder uns quilinhos. Anime-se! Reeduque sua alimentação e pratique uma atividade física.
A grande dica para as noites de inverno é investir nas sopas e caldos, já que muitas vezes possuem verduras e legumes em sua receita. Porém, tome cuidado para não misturar mais de uma fonte de carboidrato na mesma receita. Ou seja, se você optar pela batata, não deve usar o macarrão ou o arroz (dica para os que gostam de canja). Vale escolher qualquer tipo de hortaliças para incrementar os caldos: couve, abóbora, abobrinha, chuchu, couve-flor, brócolis, repolho, tomate, espinafre, beterraba, cenoura e vagem.
Os vegetais folhosos colaboram para que haja maior número de mastigações. Com isso, a sensação de saciedade chegará mais rapidamente e não haverá necessidade de ingerir grandes quantidades. Alimentos quentes também levam a uma saciedade precoce.

As frutas também costumam perder espaço no inverno, outro grande erro para quem quer manter uma dieta equilibrada – uma boa alternativa é utilizar as frutas em purês e geleias, que podem ser feitos com açúcar light de forno. Além das frutas, as hortaliças também não podem ficar de lado – os resfriados e gripes podem ser evitados, sim, por uma alimentação rica em antioxidantes, que são encontrados nesses alimentos, bem como nas frutas da época: morango, mexerica e caqui.